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Open source no data center. Funciona?
Por Computerworld, EUA
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A maioria das recomendações da Forrester para open source é muito similar às que ela faz para ofertas de start-ups comerciais. “Só porque é um open source não é, necessariamente, um risco. O acanhado ecossistema de suporte é que o torna arriscado. Se um projeto open source tem 700 desenvolvedores (e um bom ecossistema), é um risco menor do que uma start-up com 20 pessoas”, diz Staten.
Nem todos são fãs
Mas alguns especialistas continuam a recomendar prudência com open source. “Fora o preço menor, no momento os ganhos são limitados”, observa Rakesh Kumar, analista do Gartner. “Existe o argumento de que os usuários de open source ganham acesso a um conjunto de habilidades maior do que com outras plataformas”, comenta, referindo-se à idéia de que muita gente está depurando e cogitando código open source.
No geral, porém, “eles abrem mão de algo muito mais interessante”, alega Kumar. Os usuários de aplicações open source devem tomar cuidado com a segurança e pesquisar qual software de força industrial está disponível para um ambiente de missão crítica determinado.
Ferramentas fail-over, ferramentas de gerenciamento de energia e ferramentas que possibilitam gerenciamento de carga de trabalho mista “normalmente estão mais amadurecidas sobre as plataformas RISC/Unix”, diz Kumar.
A Opus Interactive, fornecedora de soluções gerenciadas, explorou projetos open source de firewall e balanceamento de carga como alternativas baratas para clientes que não querem pagar por appliances comerciais, revela Jeremy Sherwood, executivo de soluções corporativas da Opus.
“Examinamos o Packet Filter [PF] e descobrimos que rodar o PF em OpenBSD ou FreeBSD é uma opção excelente, e estamos confiantes que também é sólida e segura”, afirma Sherwood. No entanto, embora continue vendendo e suportando PF em OpenBSD e FreeBSD ativamente para seus clientes, a Opus utiliza sobretudo ferramentas open source em situações que envolvem clientes menores com budgets limitados ou em ambientes que necessitam de hardware servidor unificado ou que precisam rodar um sistema operacional específico.
Para os grandes clientes, a Opus usa appliances comerciais da Global Technology Associates, Cisco e Array Networks para firewalls e balanceadores de carga, acrescenta Sherwood. São ofertas altamente evoluídas de empresas com suporte e acesso 24/7.
Os produtos são bem documentados e, com freqüência, oferecem muito mais recursos do que seus congêneres open source, além de serem mais fáceis de suportar em todos os níveis de técnicos de suporte, explica Sherwood. Estes produtos comerciais também oferecem opções de alta disponibilidade suportadas pelos fornecedores, juntamente com garantias avançadas para substituição e hardware.
A Opus também analisou projetos open source de monitoramento e estatísticas para cobrir toda a sua infra-estrutura e soluções clientes. “Examinamos Cacti e JFFNMS. Utilizamos JFFNMS em produção há mais de um ano porque era relativamente fácil de configurar, tinha um grande número de funcionalidades, executava bem e, é claro, só nos custava a mão-de-obra para configurar e manter.”
Ótimos exemplos de prós e contras
Mas a maioria dos contras não são tão ruins assim.
1° A necessidade de mão-de-obra.
Isso é inevitável, já que mesmo em soluções comerciais é preciso mão-de-obra. No caso do SL, a mão-de-obra pode ser mais cara devido a necessidade de um suporte mais especializado.
2° O preço do suporte.
Se for parar pra pensar. É muito melhor pagar por um suporte único, que resolverá todos os problemas, do que pagar suporte quando cada máquina der problemas. Além disso não é preciso pagar licenças nem fazer grandes updates em Hardware quando uma grande atualização é feita(vide Windows XP para o Vista).
As soluções de Software Livre são muito boas e estão crescendo a cada dia. Num futuro próximo poderemos estar evidenciando o comércio baseado em software livre, sem o monopólio que vemos hoje em dia.
Philip - 06 Fev 2008, 19h29
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