Negócios
M13 projeta faturamento de US$ 8 milhões com negócios fora do Brasil
Além dos escritórios da Argentina e da Colômbia, M13 inaugura, no final de fevereiro, uma subsidiária no Chile, onde espera faturar US$ 2 milhões, nos próximos 10 meses.
Por Denise Sammarone, da ChannelWorld
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Quatro anos após a abertura do primeiro escritório fora do Brasil, a M13, integradora de soluções de rede, colhe frutos da sua estratégia internacional. A empresa, que mantém operações na Argentina e na Colômbia, projeta um faturamento de 6 milhões de dólares, em 2008, para os negócios gerados fora do País.
De acordo com Eduardo Santos, diretor de operações internacionais da M13, outros 2 milhões são esperados a partir do escritório que a integradora se prepara para abrir no Chile, aonde vinha operando somente por meio de representantes locais.
Continuam na mira da integradora (leia matéria anterior), projetos junto às multinacionais, o que, segundo Santos, garante maior receita recorrente e rentabilidade nas operações estrangeiras. "No caso do Chile, de onde atenderemos também outros países andinos, iniciamos a operação com três grandes projetos", exemplifica o diretor.
A maior operação da M13 fora do Brasil, no entanto, tem sede na Colômbia, a qual conta com 30 profissionais dedicados à prestação de serviços, suporte e otimização de rede, e de onde a integradora atende todos os países da América Central e Caribe. "Aquele mercado, o qual reúne 20 clientes e se estima um faturamento 4 milhões de dólares para este ano, reúne um ambiente bastante propício à atuação de empresas estrangeiras de TI (tecnologia da informação)", indica Santos.
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O diretor explica que, o leque de oportunidades ainda não vem sendo explorado por um número considerável de players. Além disso, aponta o diretor, enquanto na Argentina projetos demoram nove meses para serem fechados, na Colômbia, assim como no Brasil, o índice de maturação das vendas e dos projetos não ultrapassa 90 dias.
"Esperamos que esse mesmo cenário se repita no Chile", afirma Santos, antecipando que a M13, que já opera nos Estados Unidos e na Europa, vislumbra o ingresso no México, em 2009.
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