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D-Link quer receita de R$ 165 mi em 2010 e anuncia reforço na área corporativa

novo setor, a companhia quer manter o ritmo de crescimento – a meta é subir a receita de 97 milhões de dólares em 2007 para 115 milhões de dólares este ano.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

26 de fevereiro de 2008 - 18h15
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A D-Link projeta que, neste ano, a área corporativa - que atua no segmento de SMB (pequenas e médias companhias) e grandes empresas -  deve representar 20% do faturamento da companhia no País. “Daqui dois anos, no entanto, queremos que seja 35%, para equilibrar nossas fontes de receita, que em 2010 deverá ser de 165 milhões de reais no Brasil”, afirma o diretor geral Alexandre Wu. A notícia confirma a estratégia divulgada para a ChannelWorld, em maio de 2007.

Os 20% da nova área são a menor parte dos US$ 115 milhões que a empresa pretende faturar em 2008. O valor é 18,55% maior do que os US$ 97 milhões obtidos em 2007 e dos R$ 3 milhões conquistados em 2001, quando a companhia começou a fazer a distribuição por meio de parceiros.

A intenção de começar a vender para o setor corporativo, segundo o taiwanês Wu, é o tamanho dos negócios que podem ser fechados. Apesar de a participação da pirâmide ser menor, os montantes são bem superiores, diz.

Para isso, a companhia organizou uma equipe de 45 canais, que vão oferecer serviços e, em alguns casos, comercializar os produtos integrados a outras soluções. A D-Link pretende mirar principalmente as verticais de indústria, comércio, finanças, governo, saúde e educação com cinco ofertas: conectividade; VoIP, mobilidade, monitoramento e gerenciamento de internet e usuários (que pode se acoplar às demais).

A companhia também acredita que os clientes corporativos demandam a oferta de serviços. Por isso, a companhia pretende vender a aplicação com instalação e configuração, suporte e treinamento. Além disso, planeja atendimento direto com apoio de parceiros – até presencialmente –, equipe de 122 profissionais dedicados ao setor corporativo (10% deles com foco exclusivo a empresas), oferta de um telefone 0800 e disponibilidade 24x7.


“É natural que os integradores queiram vender primeiro os serviços que eles mesmos oferecem. Mas se não estiverem em alguma determinada região, podem prometer na venda que o cliente vai contar com o serviço das regiões em que a D-Link está”, explica Wagner Moita, diretor de serviços da companhia.

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