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SAG quer crescer 70% em 2008 e ter receita de R$ 7 milhões

Representante da Microsoft para as ferramentas de ERP e CRM diz que o sistema que permite atualizações sem que o cliente perca as customizações é bem aceito no setor.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

28 de fevereiro de 2008 - 16h45
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A Microsoft já anunciou que não quer ser uma empresa totalmente voltada aos usuários finais. Mas, em vez de criar uma estrutura para vender diretamente aos clientes corporativos e verticalizar as ofertas, a companhia optou por trabalhar com parceiros. Um deles é a SAG, que abriu escritório no Brasil há 1,5 ano e que em 2007 obteve receita de 4 milhões de reais.

A companhia inglesa – apesar de a sede financeira ficar em Luxemburgo – acredita no apelo da ferramenta da Microsoft, que é bem recebida por pequenas empresas que estão habituadas ao Outlook e às planilhas Excel. “Além disso, a Microsoft está trabalhando mais com a proposta de oferecer uma plataforma de ERP, e não um sistema, o que dá segurança aos clientes depois para anexarem outras ferramentas, como o business intelligence, o CRM e todos os outros que podem ser integrados”, afirma Moacyr Galo Junior.

Hoje a SAG possui 15 clientes no País e a meta é ampliar esse número para 30 até o final de 2008, quando a empresa pretende fechar o orçamento em 7 milhões de reais. Galo Junior afirma que entre os clientes conquistados estão a rede de cinemas Cinemark, a empresa de seleção de profissionais Hays, a Fundação Dom Cabral, a Michael Page e outras. “Os segmentos em que nos especializamos são os de serviços, distribuição e educação”, conta.

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Segundo o executivo, o de distribuição é um caso interessante. Como as grandes empresas já possuem ERP, elas buscam sistemas para que as demais unidades espalhadas pelo território tenham também uma ferramenta para o rápido processamento dos dados e, somado ao CRM, a empresa possa conhecer os clientes e a situação de cada um.

A especialização dos parceiros em setores faz parte da estratégia da Microsoft. Galo Junior diz que a gigante de software busca um aperfeiçoamento de forma horizontal, com um conjunto atualizado de funcionalidades. “Cabe ao parceiro, no entanto, estudar as verticais e aperfeiçoar o sistema à necessidade de cada um”, explica.

Para 2009, a SAG também quer expandir-se geograficamente no Brasil. Escritórios deverão ser abertos no Rio de Janeiro, Brasília e interior de São Paulo, após investimentos feitos basicamente em pessoas durante este ano.

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