Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

Negócios

Apesar da Operação Persona, Cisco Brasil diz ter superado meta de vendas em 10%

Presidente da companhia no País afirma, em sua primeira entrevista após o escândalo, que filial cresceu mais que o dobro da média do grupo.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

05 de março de 2008 - 12h43
página 1 de 1

As investigações da Operação Persona - deflagrada pela Polícia e Receita Federal em outubro do ano passado para investigar suposto esquema de importação fraudulenta - não impediram que a Cisco superasse as metas de vendas e crescesse mais no Brasil que a média do grupo americano de equipamentos de rede.

A afirmação foi feita hoje (05/03) pelo presidente da subsidiária, Pedro Ripper, em sua primeira aparição pública depois dos escândalos que atingiram a Cisco e a distribuidora Mude. O próprio Ripper chegou a ser detido no dia 16 de outubro, quando a operação veio a público, com outros executivos da companhia, mas foi liberado dias depois.

O único executivo da Cisco que permaneceu preso e segue respondendo processo junto à Polícia Federal e ao Ministério Público é Carlos Carnevali, responsável por trazer a Cisco ao Brasil em 1994 e que prestava uma espécie de consultoria junto à corporação. Carnevali foi demitido e seu filho, Carlos Carnevali Júnior, que era diretor de vendas, decidiu deixar a empresa.

Ripper esclareceu que "existe um processo de investigação em andamento que corre em segredo de Justiça" e que, por isso, não poderia dar informações específicas sobre ela. Ele ressaltou, entretanto, que o Brasil continua sendo um País muito importante para a companhia americana. "Tenho muita satisfação em dizer que o Brasil cresceu mais que o dobro da média do grupo no primeiro semestre fiscal", encerrado em dezembro, disse ele.

Ripper adicionou que as vendas ficaram 10% acima da meta para o semestre, "com boas perspectivas para o segundo semestre", que começou em janeiro. Os números absolutos, no entanto, não são revelados.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
> Chegou a hora de descartar o Windows?
> Java é cada vez mais ameaçada por novas linguagens
> Cargos em TI que você nunca imaginou existirem
> Linux para o mercado SMB: lento, sólido ou ambos?
> Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar TI&Telecom abre inscrições

Ripper participou de coletiva de imprensa para divulgar o Barômetro Cisco de Banda Larga do ano 2007. Segundo ele, "o mercado reagiu bem" às notícias divulgadas sobre a Operação Persona. Além disso, o próprio crescimento da banda larga no País também contribuiu para os bons resultados da empresa, acrescentou.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld