Negócios
Empresas, governo e universidades firmam acordo para dobrar inovação
Depois da defesa de profissionais de que para desenvolver a inovação é preciso um trabalho conjunto, CNI promove convênio de 5 anos que soma investimetos de R$ 13,4 mi.
Por Redação do COMPUTERWORLD
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O Brasil precisa dobrar os esforços na área de inovação para competir no mercado internacional. Isso depende de um arranjo que envolva empresas, governo, universidades e sociedade. O alerta foi feito nesta quinta-feira (06/04) pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, durante a cerimônia de assinatura de convênios que incentivam o desenvolvimento de projetos de inovação e tecnologias sociais para empresas.
Os acordos foram assinados pelo presidente da CNI, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Marco Antonio Zago.
Os convênios têm duração de cinco anos e somam investimentos de 13,4 milhões de reais. Desse total, 2,6 milhões de reais serão aplicados em bolsas tecnológicas para pesquisa, previstas no protocolo com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). O acordo com o Serviço Social da Indústria (SESI) estabelece outros 3 milhões de reais para bolsas tecnológicas de pesquisa, desenvolvimento e extensão.
O objetivo dos convênios é aproximar especialistas, mestres e doutores do setor industrial, aumentando a competitividade das empresas e promovendo o desenvolvimento econômico e social. Também serão financiados projetos que estimulem atividades de pesquisa, de desenvolvimento, de inovação e capacitação de recursos humanos.
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Segundo a CNI, a indústria tem ações voltadas ao desenvolvimento tecnológico. Cabe ao governo disponibilizar financiamentos, criar e manter infra-estrutura. O Estado precisa apoiar o setor privado no esforço pela inovação, oferecendo recursos a juros compatíveis com o mercado.
O profissional diz ainda que a parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e o CNPq representa uma grande articulação para promover a inovação em tecnologias sociais e cooperação técnica. Além disso, os protocolos prevêem o estímulo ao desenvolvimento humano e aumento da competitividade. “O Mapa Estratégico da Indústria 2007-2015 expressa esse olhar sobre o futuro do país”, disse.
O protocolo com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) destina 7,8 milhões de reais, provenientes dos Fundos Setoriais do Ministério de Ciência e Tecnologia, à capacitação de pequenos empresários.
Com informações da Agência CNI
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