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Negócios

Ingram Micro cria unidade de automação e coleta de dados

Estratégia de canais não passa, prioritariamente, por recrutamento fora da base de parceiros atual.

Por Por Denise Sammarone, da ChannelWorld

07 de abril de 2008 - 15h19
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A Ingram Micro formaliza unidade de negócios de automação comercial e coleta automática de dados. A iniciativa teve origem há dois anos, nos Estados Unidos, após a aquisição da Nimax, companhia norte-americana focada neste segmento, pela distribuidora.

Até o último ano, explica Roberto Gero dos Santos, executivo de produtos da AIDC (Automatic Identification e Data Capture, do inglês), a estratégia não havia sido formalizada para o território brasileiro, apesar de algumas experiências preliminares. "Com o crescente da economia brasileira, ficou evidente o potencial desse mercado e, com isso, a necessidade de segmentar portfólio, parceiros e estratégias", avalia Santos, sem dimensionar o potencial real de negócios do segmento.

A unidade inicia sua operação no Brasil com cinco fornecedores - IBM, Zebra, Metrologic, Cis Tecnologia e Symbol/Motorola -, mas até o final do ano, tamanha é a expectativa da companhia, destaca o gerente, devem ser agregados mais sete fabricantes ao portfólio.

Santos indica que a distribuidora pretende buscar alianças, principalmente no sentido de ampliar o leque de produtos, e assim aumentar a aderência as setores de varejo e indústria, com produtos de etiquetamento eletrônico (RFID), impressoras fiscais, leitores de código de barra, pontos de vendas e tecnologias de quiosques.

A principal iniciativa para impulsionar os resultados dessa unidade de negócios, sinaliza o gerente, será conquistar parceiros dentro da base 10 mil revendas brasileiras ativas. "Muitos parceiros já fazem negócios com estes dois nichos da economia. Vamos desenvolver ofertas de produtos complementares", sinaliza Santos.

Ao mesmo tempo, o distribuidor pretende trabalhar para que revendas, as quais não atendem varejo e indústria, passem a fazer negócios com os setores. "O nicho de automação é bastante promissor no Brasil", avalia Santos, que complementa: "O recrutamento de novos canais não está descartado, mas não é prioridade no primeiro momento".

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