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Sete grandes idéias de tecnologia que fracassaram na realidade

Mesmo brilhantes, algumas idéias de tecnologia não conseguiram decolar. Confira sete exemplos marcantes.

Por Computerworld, EUA

14 de abril de 2008 - 07h30
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Às vezes, uma idéia relacionada a tecnologia é boa demais para ser verdade. Teclado flexível, eleição pela internet e filmes no smart phone são alguns exemplos. Apesar de estarem evoluindo, estes conceitos continuam “quebrados”.

Confira, nessa reportagem especial preparada pelo Computerworld dos Estados Unidos, sete grandes idéias que não conseguiram virar realidade. Pelo menos por enquanto.

1. PCs ultracompactos
Ultramobile PCs (UMPC), mobile information devices (MID) ou subnotebooks, são quase indistinguíveis de um bom smart phone. O BlackBerry 8820, por exemplo, com GPS embutido e cliente de e-mail, é um dispositivo melhor do que o Samsung Q1 Ultra.

O Apple iPhone é um computador mais inteligente, empolgante e utilizável do que praticamente qualquer MID, como o novo protótipo da Toshiba. E o OQO tem mais potência do que um UMPC comum, mas a tela é igualmente pequena.

2. Internet via satélite
O maior problema com os provedores de internet via satélite é a política de uso aceitável (PUA) que adotam. Ela penaliza os usuários que fazem muitos downloads ao reduzir sua velocidade a quase nada e, depois, acrescentar velocidade lentamente em um período de 24 horas. É o que fazem a provedoras norte-americanas WildBlue e a HughesNet.

Como a internet não se destina mais só a e-mail e simples navegação, há provedores de internet, tais como Charter Communications e Qwest, que não reduzem a velocidade. Outros, incluindo a Comcast, talvez usem técnicas de “gerenciamento de rede”, mas não são tão agressivos quanto os provedores via satélite. Se a tecnologia e a velocidade melhorarem, poderá ser uma opção sólida.

3. Gerenciadores de contatos
Há outros métodos com os quais gasta-se menos tempo. Por exemplo, buscar nomes e endereços no Gmail.com. Para enviar um novo e-mail, basta digitar uma parte de um nome para obter o endereço completo. Para nomes que não estão contidos ali, há catálogos de endereços online como o YellowPages.com ou LinkedIn.com.

Entretanto, um bom gerenciador de contatos poderia funcionar como o iPhone. Ele veria o número de telefone em um e-mail e permitiria clicar com o botão direito do mouse e acrescentar o nome e o número de telefone a um banco de dados automaticamente no Gmail. O banco de dados seria inteligente o suficiente para saber se um número de telefone já está associado a um nome existente e removeria duplicatas automaticamente. Alguns gerenciadores de contatos chegam perto, como o Now Up-to-Date & Contact, mas ainda envolvem processos manuais.

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