Negócios
Presidente da Febraban critica leis sobre crimes eletrônicos
Na abertura do CIAB 2008, Fábio Barbosa diz que legislação brasileira é antiquada e não pune crimes eletrônicos.
Por Fábio Barros, do COMPUTERWORLD
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O presidente da Febraban e do Banco Real, Fábio Barbosa, disse nesta quarta-feira (11/06), que a legislação brasileira sobre crimes eletrônicos precisa avançar. A afirmação foi feita durante a abertura do CIAB 2008, que acontece em São Paulo até a próxima sexta-feira (13/06).
“Nossa legislação é antiquada e não pune o crime eletrônico. É hora de avançar nesta direção porque não há penalidades para criminosos deste tipo e há prejuízos tanto quanto nos crimes físicos”, afirmou Barbosa. O executivo deu a entender que esta ineficiência legal teria uma parcela de responsabilidade nos investimentos que o setor bancário faz hoje em segurança.
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De acordo com Barbosa, 10% do orçamento de TI dos bancos em 2007 foi dedicado à segurança e prevenção a fraudes, o que representou investimentos de 1,48 bilhão de reais. “Bancos fortes e seguros são fundamentais para qualquer país que queira competir globalmente e sem o suporte de TI seria impossível levar o sistema bancário onde ele está hoje”, afirmou.
O executivo lembrou que o sistema bancário brasileiro terminou 2007 com mais de 140 mil pontos de atendimento, cerca de 112 milhões de contas correntes e 41 bilhões de transações realizadas. “A TI é fundamental, mas temos que reforçar a segurança e a prevenção a fraudes”, concluiu.
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