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PromonLogicalis projeta crescimento acima de 70%

A integradora admite que ainda enfrenta desafios para unir as operações de Promon e Logicalis, mas mostra-se animada com os investimentos realizados pelas operadoras de telecom.

Por Tatiana Americano, da Channel World

15 de agosto de 2008 - 12h34
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A PromonLogicalis - integradora criada da fusão entre o grupo brasileiro Promon Tecnologia e a provedora britânica Logicalis - espera um aumento de mais de 70% nos resultados deste ano, em relação a 2007, quando a empresa faturou US$ 160 milhões. De acordo com Rodrigo Parreira, diretor-executivo da companhia, os números têm sido impulsionados pelos investimentos realizados pelas operadoras de telecom e que, no País, representam o principal cliente do grupo.

"Estamos vivendo um ano muito próspero", enfatiza Parreira, que atribui o bom momento à implementação das redes 3G de telefonia móvel, aos investimentos realizados na universalização do acesso à internet e ao crescimento da demanda por banda larga. "Além disso, por conta do valor do real, nunca foi tão barato comprar tecnologia no Brasil", acrescenta o diretor-executivo.

Parreira admite, no entanto, que apesar das perspectivas positivas, a PromonLogicalis ainda enfrenta uma série de desafios, especialmente, no sentido de integrar as operações da Promon e da Logicalis.

Parceria para América Latina

Entre as principais estratégias da operação conjunta de Promon e Logicalis está a atuação em todo o território latino-americano. Para tanto, o diretor-executivo conta que a integradora acaba de firmar um acordo para fornecer as soluções da norte-americana AlterPoint na região. "Já temos uma equipe treinada e certificada no Brasil, mas que vai suportar a implementação da tecnologia em toda a América Latina", conta Parreira.

Ainda de acordo com o diretor, a aliança com a AlterPoint tem como alvo atender tanto operadoras de telecom quer oferecem serviços para clientes corporativos quanto provedores de serviços e grandes corporações. "Essa tecnologia [AlterPoint] permite monitorar qual a configuração de cada equipamento instalado na rede e criar políticas de gerenciamento", cita o executivo, complementando: "E isso vem atender a uma demanda crescente das companhias, já que ao mesmo tempo em que as redes IP criaram uma série de facilidades para configuração, por outro lado, geram uma complexidade de administração."


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