Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

Negócios

Faturamento do mercado nacional de software e serviços cresceu 35% em 2008

São Paulo - Setor gerou US$ 15 bilhões, mas País continua em 12º lugar no ranking global, de acordo com relatório da IDC.

Por Rodrigo Afonso, repórter do COMPUTERWORLD

30 de abril de 2009 - 12h27
página 1 de 1
  • Share

*Atualizada às 16h00

O mercado nacional de software e serviços de tecnologia da informação movimentou 15 bilhões de dólares no ano passado - o que representa um aumento de 35% em relação a 2007. No entanto o País continua a ocupar o 12º lugar no mundo no ranking de software e serviços, segundo dados do estudo "Mercado Brasileiro de Software - panorama e tendências 2009", realizado pela IDC a pedido da Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software).

>> Participe das discussões da CW Connect

Serviços responderam pela maior parte do faturamento do setor em 2008, totalizando 10 bilhões de dólares - o dobro do que foi movimentado por programas de computador no ano (5 bilhões de dólares). Essa receita faz com que o Brasil responda por 1,68% do mercado mundial de software e por 1,72% em serviços.

Incluindo a venda de hardware, o segmento de tecnologia da informação no Brasil faturou 29,3 bilhões de dólares, ou 48% de tudo o que o setor gerou na América Latina no ano passado. Em 2007, o faturamento total foi de 20,7 bilhões, com participação de 43,4%, o que indica um crescimento de 41,5% no faturamento ano a ano. Em 2008, o Brasil abocanhou 2% do mercado mundial, ante 1,6% no ano anterior.

O ranking mundial de países no setor de Software e Serviços permaneceu inalterado em 2008. O que mudou foi a queda de percentual de participação de mercado dos três primeiros no ranking. A participação norte-americana caiu de 41,6% para 38,9%. O Japão detinha 8,4% e caiu para 8,2%. O Reino Unido participava com 7,9% e caiu para 7,7%.

A participação da exportação tanto de serviços quanto de software no total de faturamento do País em TI representa apenas 2,2% do total, com cerca de 340 milhões de dólares. Apesar da participação ainda baixa, José Curcelli, presidente da ABES, espera que os números tenham um aumento significativo em 2009. “Para isso, pretendemos monitorar a questão da carga tributária e trabalhar junto ao governo para incentivar formação de qualidade em TI e suprir um pouco da deficiência com os profissionais brasileiros no idioma inglês”, diz.

De acordo com Curcelli, antes da crise, a previsão era que os gastos com tecnologia da informação no Brasil crescessem 14,5% em 2009. Com a instabilidade financeira, a expectativa do IDC baixou para 6%. "A Abes espera que este número suba acima de dois dígitos, pois o mercado já teve alguma recuperação. Nossa esperança é que os gastos com TI no Brasil cresçam acima dos 10% este ano", diz Curcelli.

Apesar de ter caído, a expectativa do IDC para o crescimento dos gastos em tecnologia no Brasil é bem melhor do que para os outros países. A Rússia, por exemplo, previa um acréscimo de 19,9% nos orçamentos de TI antes da retração econômica mundial. A revisão pós-crise levou a uma expectativa de queda de 5% nos orçamentos. No mundo inteiro, a previsão de crescimento nos gastos é de 2,6%, ante os 5,9% estimados antes do período de turbulência financeira.

Agora no Twitter

Publicidade

Opinião do Leitor [1 comentários]

ERRO

Srs, acredito que tenha ocorrido um erro no título da matéria, não deveria ser 2009 ?
Abraços.
PAULO DE TARSO - 05 Mai 2009, 11h40
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld