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Hitachi: virtualização do storage permite liberar espaço alocado e reduzir custo

São Paulo - Em visita ao Brasil, Costa Hasapopoulos, vice-presidente da companhia, explica a estratégia da empresa para o gerenciamento do armazenamento.

Por Rodrigo Caetano, repórter do Computerworld

07 de maio de 2009 - 14h45
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Para a Hitachi Data Systems, especializada em armazenamento, mais importante do que a capacidade do storage, é o gerenciamento do espaço. Em vista ao Brasil, o vice-presidente de soluções e produtos da empresa, Costa Hasapopoulos, explicou como seus clientes podem extrair o máximo de suas infraestruturas.

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A questão, segundo Hasapopoulos, está na virtualização do storage. Assim como no caso dos servidores, um ambiente de armazenamento virtualizado possibilita que o gestor mude os dados de um lugar para outro com facilidade, liberando a maior parte do espaço alocado para determinados fins, mas que acaba ficando ocioso. De acordo com o executivo, essa capacidade inutilizada pode ultrapassar 50% do total.

O executivo conta que a abordagem da Hitachi em relação à virtualização do storage é independente de fornecedor. A oferta da companhia está baseada no controlador de armazenamento USP V. Basicamente, o equipamento permite a criação de uma nuvem de armazenamento com o uso de plataformas de qualquer fornecedor.

“A capacidade de armazenamento é commoditie. Como utilizar essa capacidade é que é o diferencial”, destaca Hasapopoulos. O executivo concorda que, para grande parte das empresas, storage é uma questão de custo, apenas.

Por este motivo, a gestão da infraestrutura é fundamental, uma vez que deixa disponível toda capacidade instalada, evitando, ou adiando, novos investimentos. De acordo com o vice-presidente, o uso dessa tecnologia gera economia de até 25% ao ano.

Cloud computing
Segundo Hasapopoulos, essa gestão é também uma questão primordial para a computação em nuvem e, por isso, a empresa coloca entre seus potenciais clientes os fornecedores de serviços do tipo.

Marcello Bosio, gerente técnico de pré-vendas e serviços da companhia, explica que, com a virtualização do storage, as empresas poderão, inclusive, criar suas próprias nuvens para serem usadas por usuários internos. Isso pode ser uma realidade para grandes empresas, especialmente do setor financeiro.

No ano passado, a operação brasileira foi a que apresentou maior crescimento na América Latina, segundo Edson Bispo, country manager da companhia para o Brasil. Em 2008, foram abertos dois novos escritórios, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Segundo Hasapopoulos, sua visita ao País tem como objetivo acertar algumas estratégias e trabalhar junto a clientes e parceiros.

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