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Avanade oficializa seu retorno ao mercado brasileiro

Integradora atuará aqui como braço da Accenture para tecnologia Microsoft, empresas que formam a joint-venture, com 10 anos de atuação no mercado mundial.

REDAÇÃO DA COMPUTERWORLD

09 de setembro de 2010 - 17h21
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Com a presença dos presidentes da Microsoft do Brasil, Michel Levy e da Accenture, Roger Ingold, a Avanade oficializou hoje o retorno de suas operações no Brasil. Presidida por Juan Endo, com 100 funcionários transfreridos da Accenture, a integradora funcionará como braço da Accenture para tecnologia Microsoft, especialmente nos segmentos de computação na nuvem. E já com a herança de clientes da Accenture.

Os investimentos para o retorno das operações no país no foram revelados. A meta da empresa é a de, em 12 meses, ampliar a força de trabalho da organização para cerca de 250 pessoas.

"É uma meta conservadora, uma vez que acreditamos na alta demanda do mercado pelo desenvolvimento de soluções em áreas chave, como computação na nuvem e produtividade local de trabalho, especialmente nos mercados financeiro e de recursos naturais", afirmou Jun Endo. Mas isso não quer dizer que todos os outros segmentos não sejam contemplados. Todos de grande porte.

No início, a empresa funcionará na sede da Accenture, em São Paulo. Mas, aos poucos, terá que se mudar para acomodar toda a força de trabalho. Ao longo do tempo, a Avanade começará também a desenvolver novas relações com atuais e futuros clientes.

A Avanade buscará no mercado profissionais com experiência em infraestrutura Microsofty (Windows Server), desenvolvimento na plataforma .NET, gestão de informações e colaboração, comunicação unificada, Dynamics CRM, entre outras, para oferta de soluções baseadas no Microsoft BPOS e na plataforma Azure.

Segunda vez
Com dez anos de atuação no mercado mundial, mais de 5,1 mil projetos em mais de 1,7 mil clientes, 110 soluções específicas e para indústrias de diversos segmentos, essa é a segunda vez que a Avanade anuncia o início de operações no Brasil. A empresa já teve um ingresso mais agressivo em 2001, e acabou tendo suas operações absorvidas pela Accenture em meados de 2002, alegando a necessidade de redução de custos.

"Agora o mercado está mais maduro, as condições econômicas são mais favoráveis e o momento tecnológico está em transformação, com a adoção do modelo de computação na nuvem. isso nos deixa otimistas com relação à reativação da Avanade. Com ela poderemos ajudar os clientes a acelerar a adoção de tecnologia Microsoft", avalia Roger Ingold, que no trabalho conjunto pretende focar a atuação da Accenture nos segmentos de gestão e desenvolvimento a partir de outras tecnologias, que não Microsoft.

Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil, também vê a atuação própria através da Avanade com complementar ao modelo de atuação no país, 100% focado em parceiros. "Hoje temos 18 mil parceiros, de diversos portes, que movimentam praticamente metade da força de trabalho de TI no Brasil, estimada em 1,2 milhão de pessoas", explica o executivo. "As soluções desenvolvidas pela Avanade poderão auxiliar muito atuação desse outros parceiros", diz.

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