Segurança
Lei de privacidade nacional divide os EUA
Associação Americana de Eletrônicos que reúne 3.500 indústrias norte-americanas prega a elaboração de uma lei federal de privacidade online. Proposta divide a indústria local.
Por Infoworld/EUA
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Muitos fornecedores estão tão desanimados com a perspectiva de receber uma legislação dispersa de práticas de privacidade que reuniram-se em torno da idéia de novas leis de privacidade federal. <p>
A Associação Americana de Eletrônicos (AEA - American Eletronics Association) uma das maiores associações industriais norte-americanas com 3.500 membros informou nesta quinta-feira, dia 18, que as companhias associadas concordaram que uma única lei federal de privacidade seria bem mais aceitável do que os esforços de cada um dos Estados norte-americanos. <p>
No último Congresso realizado pela associação, os bolsos da indústria de tecnologia parecerem estar alarmados com a idéia de uma lei federal de privacidade. <p>
Por enquanto, as empresas Hewlett-Packard, America Online e Walt Disney Co. seguem o Ato "Consumer Privacy Enforcement", uma lei introduzida pelo senador republicano do Estado do Arizona, John McCain. <p>
Entre os princípios de privacidade contidos na plataforma da AEA estão algumas das principais práticas adotadas pela indústria e por legisladores.<p>
Especificamente, a associação acredita que as empresas deveriam ser obrigadas a oferecer informações para os indivíduos sobre os dados que são coletados, que os princípios de não optar por fornecer os dados deveriam ser apoiados, e que esta política deveria levar em conta programas de selos de privacidade e esforços setoriais sobre o tema que já estão em andamento. <p>
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