Segurança
Proteger dados móveis é desafio para empresas
Por André Borges, do COMPUTERWORLD
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O jeito é se precaver. De maneira geral, a regra básica ditada pelos especialistas é investir em criptografia de dados, recurso que deve ser aplicado conforme hierarquia de informações pré-estabelecida em uma política de segurança.
“Este mecanismo pode ser usado de várias maneiras. O pen drive é um exemplo.Você passaria a ter acesso às informações apenas quando usasse este dispositivo”, exemplifica o especialista em segurança da Symantec Brasil, Lúcio Costa de Almeida, acrescentando que muitos aparelhos já possuem ferramentas para criptografia.
O que falta às empresas, defende o executivo da ISS, é uma política diferenciada de segurança para seus dispositivos móveis, a qual aponte formas de minimizar os riscos com a perda de equipamentos. Saber o que cada funcionário está carregando embaixo do braço e que atitudes tomar são fatores que podem, inclusive, minimizar catástrofes, como em casos nos quais o equipamento perdido não contava com qualquer tipo de proteção.
“Com um processo forte de autenticação, por exemplo, você pode rapidamente obrigar toda a sua base a renovar senhas de acesso a redes privadas ou a sistemas específicos”, lembra Bezerra.
A percepção dos especialistas é de que, ao menos por enquanto, a maior parte dos bandidos no Brasil não está atrás de informações cruciais de grandes corporações.
No entanto, já não é de hoje que quadrilhas especializadas em crimes eletrônicos têm agido no País. Daí em diante, seria apenas mais uma questão de especialização. Mercado para isso, como se nota, não falta.
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