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Segurança

Excesso de cautela em investimentos de segurança atrapalha projetos

Saiba como controlar os impulsos de corte na área de segurança e garantir a longevidade dos recursos já utilizados.

Por COMPUTERWORLD

25 de agosto de 2006 - 13h20
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A Xerox leva a segurança da informação muito a sério. Regularmente, faz varreduras de vulnerabilidades na rede e auditorias corporativas de suas iniciativas de redução de risco. Um programa de compliance conscientiza funcionários quanto a processos de segurança e políticas para recuperação de desastres, privacidade da informação e a lei Sarbanes-Oxley, e um board executivo comanda a adesão a tudo.

Melhor ainda é a constatação que o orçamento da Xerox para segurança costuma se manter estável, mesmo quando há redução de outros gastos com TI. “Ainda assim, você conseguimos tanto quanto gostaríamos”, observa Audrey Pantas, Chief Security Officer. É esta a mentalidade que domina a segurança de TI nas corporações: não importa quanto dinheiro você gaste, sempre vai precisar de mais.

Com ameaças crescentes, mais regulamentações e muita cobertura da mídia quando incidentes ocorrem, os executivos nunca estiveram tão conscientes da importância da segurança de TI. Ao mesmo tempo, uma intolerância a gastos pode estar se instalando na sala da diretoria, na medida em que os CXOs, cada vez mais, buscam o valor para o negócio proporcionado pelo investimento em segurança. “A alta administração sabe que há um problema, mas têm a sensação de que poderia dar até o último centavo para a segurança que, mesmo assim, não seria suficiente”, diz Robert Charette, diretor de gerenciamento de risco corporativo e prática de governança da consultoria Cutter Consortium.

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