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Segurança

Empresas violam política de privacidade e demitem

Fiscalização dos funcionários, que rompe a privacidade dos envolvidos, leva à demissão de 46 pessoas em companhias da Austrália e Estados Unidos.

Por COMPUTERWORLD

29 de agosto de 2006 - 14h20
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Ao invés de espionar os profissionais que bisbilhotam registros confidenciais no trabalho, que é o que tem sido observado ultimamente, as organizações deveriam adotar medidas de segurança que impeçam o grupo de romper leis de privacidade.

A sugestão é da Universidade de Tecnologia de Queensland (QUT) e segue as notícias da última semana que dizem que a empresa de suporte ao bem-estar, Centrelink, está usando senhas nos software de acesso das equipes para o registro da companhia.

A vigilância levou à demissão de 19 funcionários. Medidas semelhantes estão sendo feitas na Australian Tax Office (ATO), onde 27 funcionários perderam seus trabalhos.

O CEO da Centerlink, Jeff Whalan, chamou a espionagem de bem-sucedida e disse que não existem desculpas para a situação que a empresa tomou para proteger seus registros públicos.

O professor do departamento de tecnologia e informação da Universidade de Queensland afirmou que a abordagem de regulamentação da privacidade atual é de esperar para que os funcionários quebrem as leis de privacidade para depois entrar em ação.

“O que está acontecendo é que nossas organizações estão bisbilhotando as equipes para ver se eles é que estão bisbilhotando as informações da empresa”, revela. “Isso simplesmente não é a resposta.”

Croll defende a proteção à privacidade e o movimento para prevenir as equipes contra atos que provoquem transgressões, mas disse que as organizações não podem simplesmente contar com as auditorias. Em setembro, o professor e sua equipe de pesquisa publicarão o primeiro protótipo de software para prevenir as empresas de bisbilhotagens pela equipe.

“É um sistema baseado em web que pergunta dados do usuário e depois se certifica de que o usuário está ciente da relevância das regulamentações de segurança e das regras, antes mesmo de acessar os dados”, explica. Segundo ele, isso encoraja a política de privacidade e reforça o controle de acesso.

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