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Segurança

RSA mostra suas armas contra fraudes virtuais

Fornecedora de soluções de segurança garante que a melhor maneira de vencer os ataques virtuais é quebrando a cadeia dos crimes.

Por Thais Cerioni, da CIO Magazine

19 de setembro de 2006 - 15h55
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De acordo com pesquisa global realizada pela Deloitte, 51% das principais instituições financeiras já foram vítimas de golpes de phishing e pharming. Das que sofreram ataques nos últimos 12 meses, 72% acumulam perdas financeiras de aproxidamente US$ 1 milhão. A realidade mundial se reflete no mercado brasileiro, aonde, de acordo com estudo da eC Metrics, as fraudes eletrônicas somaram R$ 400 milhões em 2005.

Louie Gasparini, CTO da divisão de soluções consumer da RSA, aponta que a solução para barrar o crescimento de ações maliciosas é destruir as redes que compõem os golpes. “É uma cadeia, com diversas partes envolvidas, cada uma responsável pela parte do trabalho na qual tem habilidades”, explica o executivo. Ele conta que é possível encontrar, em fóruns de discussão sobre fraudes, kits prontos para uso a partir de US$ 300. “É possível comprar cartões de crédito, comprar a ferramenta para o ataque ou a lista de clientes e números de conta”, destaca.

Para entender melhor o funcionamento das ações e, assim, criar mecanismos mais eficientes para combate-las, a RSA infiltrou profissionais no meio criminoso. “Os bancos têm de perceber que não basta mais usar uma senha de acesso. É preciso criar todo um esquema de segurança”, alerta Gasparini.

No Brasil há seis anos, a RSA vê grande potencial no mercado latino-americano e pretende investir “tempo, recursos e dedicação” na região. Antonio Moraes, diretor-regional da companhia para o Brasil e Cone Sul, garante que a companhia está investindo em pesquisa e desenvolvimento e que seus planos envolvem contratações e aquisições. “O mercado brasileiro está ávido por soluções”, afirma Moraes.

A fornecedora oferece produtos para prevenção, autenticação de acesso e proteção das transações, entre as quais está a RSA eFraudnetwork, rede de compartilhamento de experiências entre bancos que tem como objetivo a análise de comportamento e identificação de possíveis fraudes.

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