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Segurança

Faltam métricas à segurança da informação, diz estudo

Por Fernanda Ângelo, do COMPUTERWORLD

27 de outubro de 2006 - 12h07
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Parreira, da Promon, diz que soluções simples como firewall, por exemplo, conseguem medir quantidades de tentativas de ataques, invasões, volume de spam. No entanto, param por aí. “Muitas das questões de segurança e cumprimento de políticas internas nem mesmo exigem ferramentas específicas. E sim mudanças de cultura e comportamento dos usuários”, alerta. Mesmo assim, 33% dos entrevistados disseram estar mais confiantes na segurança da informação em suas organizações, contra 28% em 2005. A percepção do nível de confiança dos CEOs também cresceu entre um ano e outro, passando de 35% para 39%.

E na hora de escolher parceiros?
Por outro lado, os números ligados a confiança despencam quando tratam de parceiros e provedores. Apenas 22% dos executivos ouvidos têm bastante confiança na segurança de seus parceiros. Apesar disso, somente 25% deles estabelecem regras e requisitos de segurança na hora de tratar com usuários externos. E 35% exigem que terceiros se adeqüem a suas políticas de privacidade.

Paulo Martins, diretor regional de segurança da informação do ABN Amro na América Latina, conta que a instituição inclui em seus contratos cláusulas específicas de segurança da informação. Segundo ele, existe uma política específica de terceirização de serviços que é seguida na negociação com os fornecedores. “No caso específico de fornecedores de TI, por contrato, eles seguem as políticas de segurança do ABN Amro”, assegura.

O banco, que terceirizou recentemente a sua área de TI, considera seguros os sistemas de seus fornecedores, já que realiza um trabalho conjunto visando a sustentabilidade da prestação de serviço. Martins explica que isso envolve seguir as políticas de segurança do ABN e implica na auditoria dos sistemas de seus parceiros. “O cumprimento de requisitos de segurança da informação foi eliminatório na hora da negociação para o outsourcing de TI na instituição”, ilustra.

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