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Segurança

Defender dados será prioridade em 2007

Regulamentações, aumento da necessidade de controle de quebra de dados serão as prioridades, dizem gerentes de TI.

Por COMPUTERWORLD

10 de novembro de 2006 - 13h40
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Requerimentos regulatórios e o aumento da preocupação com o consumo de informações e quebras de segurança estão levando o nível de segurança e controle de dados à prioridade em 2007, de acordo com o Computer Security Institute.

Depois de alguns anos de implementação de tecnologias como firewalls e sistemas de detecção de intrusão que ajudam a manter o perímetro da rede segura, as companhias estão agora investindo em equipamentos similares que controlam o nível de informação.

“Os dados importam mais do que tudo”, afirma John Ceraolo, diretor de segurança da informação da JM Family Enterprises. O executivo diz que informações que não podem se tornar públicas precisam ser protegidas e isso exige um aumento no foco na medida, como classificação de dados e codificação, autenticação de acesso, auditoria e monitoramento do uso.

“A maioria das “bloqueios e obstruções” que são necessários para permitir o acesso a redes tem uma longa extensão são feitos por meio de tecnologias como firewall e sistemas de detecção de intrusão e prevensão”, acredita Mark Burnett, diretor de segurança de TI da Gaylord Entretainment.

O objetivo agora, segundo ele, é colocar defesas de diversas camadas em torno dos dados. “Estamos colocando em partes o controle das tecnologias para nos certificar sobre o local por onde as informações estão passando na rede e proteger isso", explica.

“A força que envolve nossos programas de segurança está realcionada ao gerencimento de reputação. Trabalhamos muito para construir a nossa marca. E um incidente pode arruinar todo esse esforço”, enfatiza.

Mas gerenciar as regras também requer complementos a esses investimentos, como na lei Sarbanes-Oxley e em padrões de segurança de dados, que é obrigatório em empresas de cartões de crédito. “Absolutamente reconhecemos que precisamos proteger as informações e estamos trabalhando para cumprir essa exigência”, diz.

O profissional de CISO (chief information security officer) do departamento de desenvolvimento urbano dos Estados Unidos, Patrick Howard, defende que muita ênfase está sendo dada à identificação e proteção personalizada das informações e que o congresso está olhando além disso. Neste ano, a agência de Patrick revelou que perdeu um disco de backup contendo dados sensíveis de 757 funcionários, o que os fez perceber que existia muito trabalho a ser feito.

Entre os planos de Howard está a implementação de codificadores de dados, autenticação de usuários e habilidade de monitorar de forma próxima a atividade dos usuários. “Existem tantas vulnerabilidades e não existem hackers para tirar vantagem de tudo isso”, acredita. Portanto, é importante ter uma visão holística baseada nos riscos de abordagem de segurança de dados para entender qual é a questão chave: pessoas, processos e tecnologia, conclui.

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