Segurança
IBM: 'Não havia plano B para a compra da ISS'
Responsável pelo estudo da aquisição da ISS, Julie Donahue, explica as razões que levaram a IBM a não ter dúvidas de que a empresa era a compra certa no mercado de segurança.
Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD*
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Depois de avaliar as diversas possibilidades de aquisição no mercado de segurança, a IBM viu a ISS como a melhor escolha. Segundo a executiva responsável pelo levantamento - Julie Donahue, vice-presidente de segurança e privacidade e de serviços globais de tecnologia da big blue- a Internet Security Systems pareceu adequada porque combinava cinco pontos importantes: uma posição forte no mercado, capacidades adicionais em relação aos concorrentes, conhecimento de como vender, a visão de plataforma integrada de proteção e por ter boas tecnologias.
A executiva afirma que o clima na IBM é de muito otimismo em relação à aquisição, principalmente porque o perfil dos funcionários se encaixa, o que facilita a integração. “Pelo lado da ISS, a possibilidade de continuar negócios de forma independente também agrada”. “Por enquanto, a aquisição não vai impactar o Tivoli, porque não queremos fechar contratos de segurança sozinhos”, diz ela.
Julie afirma ainda também que a IBM percebeu que as empresas já estavam gastando 8% do orçamento de TI com segurança e por isso que o caminho em direção à proteção é inevitável. "No próximo ano, deveremos alcançar mais do que o dobro de receita de serviços, com boa contribuição da divisão da ISS", revela.
Em relação ao movimento de mercado que podem surgir apos a aquisição, a executiva desconversa. "Sei que há rumores de que a HP pode comprar a McAfee ou a Symantec, mas nada disso me preocupa. Nenhuma delas é uma empresa de serviços", garante.
* A repórter viajou para Atlanta, Estados Unidos, a convite da IBM.
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