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Segurança

RFID: decolagem da tecnologia é uma questão de tempo

Por Thais Aline Cerioni, da CIO

20 de março de 2007 - 12h00
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Outro fator que impacta negativamente na expansão do uso de RFID é a complexidade das iniciativas. Por trás das etiquetas e dos sensores, há muitos outros elementos, como servidores, middlewares e aplicações que tornam a implementação desafiadora – especialmente do ponto de vista de integração e tratamento dos dados coletados.

Além disso, dependendo do tipo de adoção, o projeto pode influenciar não apenas a infra-estrutura da companhia, mas também de seus parceiros, clientes e fornecedores. Talvez por isso a maior parte dos pilotos realizados não tenham chegado ao back office.

Por se tratar de uma tecnologia que, na maior parte das aplicações, envolve mais de uma empresa, a questão da padronização ganha destaque. A falta de um consenso sobre a criação de um padrão de uso das etiquetas (como hoje acontece com os códigos de barras), somada ao fato de sua adoção envolver muitos elos da cadeia, torna o processo mais lento e complicado.

Um estudo realizado pela Associação da Indústria de Tecnologia da Computação (CompTIA) nos Estados Unidos mostra ainda que há uma forte carência por profissionais especializados. Segundo a pesquisa, 75% das empresas de tecnologia norte-americanas não possuem número suficiente de pessoas treinadas para o mercado de RFID.

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