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Segurança

Dez dicas para lidar com as segurança dos smartphones

Cada vez mais as companhias aderem a equipamentos móveis convergentes, como os smartphones. Proporcionalmente, crescem também as dúvidas sobre segurança desses aparelhos. Veja dicas de especialista.

Por COMPUTERWORLD

05 de abril de 2007 - 07h15
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Cada vez mais as companhias aderem a equipamentos móveis convergentes, como os smartphones. Proporcionalmente, crescem também as dúvidas sobre segurança desses aparelhos. Para tentar esclarecer as questões e dilemas de alguns usuários e mesmo gestores de TI que precisam lidar com esses aparelhos, o especialista Jon Espenschied listou dez conceitos comumente veiculados sobre os smartphones e coloca sua opinião a respeito. Confira dicas abaixo:

1. É apenas um telefone com funcionalidades bacana, certo?
Não, não é. Aconteceu uma transformação bastante significativa na arquitetura dos smartphones nos últimos anos. O telefone de ontem executava um sistema operacional embarcado com ganchos de software escritos para modelos específicos de CPU, interface e rádio. Hoje, o aparelho convergente é mais propenso a executar um software considerado mais avançado e versátil do que sistemas desktop de dez anos atrás. Essa versatilidade é uma inimiga da segurança porque converte a arquitetura de segurança em seu cérebro. Hoje a maioria dos equipamentos convergentes executa sistemas operacionais “comoditizados” como o Symbian ou o CE/Mobile, da Microsoft, que têm portabilidade como meta de design. Isso significa que existem muitos serviços de comunicação e de dados.

2. Ele é estável como qualquer outro equipamento com fins corporativos.
Não presuma que a falta de patches corretivos para sistemas operacionais e aplicativos de smartphones significa que eles não são necessários. Na curta história dos malwares, o Symbian foi amplamente criticado após ter recebido como hóspede o vírus Cabir. O Windows CE não ficou atrás com o vírus Duts e com o cavalo-de-tróia Brador. A única forma prática de mitigar esses riscos é por meio de um misto de processos e tecnologia: ensine os usuários a adotar o ceticismo em relação a seus anexos de e-mail e conexões inesperadas. Ah! Também lembre de implementar soluções anti-malware para aqueles que continuam apenas clicando a tecla “OK”.

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