Segurança
Brasil liderou emissão de spam na AL no 2º semestre de 2006
Segundo relatório da Symantec, o País foi responsável pela emissão de 42% dos spams enviados, apesar de representar 1% de dos e-mail do gênero que circularam mundialmente.
Por COMPUTERWORLD
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Que o spam diminui a produtividade dos funcionários e que aborrece a qualquer usuário, não é novidade para ninguém. Mas que nós, os brasileiros, continuamos como os maiores causadores desse problema na América Latina, talvez sim.
Segundo relatório da Symantec, o Internet Security Threat Report, referente ao segundo semestre de 2006, o Brasil foi o responsável por 42% de todo spam detectado na região. Apesar do destaque local, o País contribuiu com apenas 1% de todo o spam mundial.
Durante os últimos seis meses de 2006, nenhum país da região da América Latina esteve presente na lista dos 10 países mais ativos na produção de spam. Nesse período, 44% de todo o spam mundial detectado teve origem nos Estados Unidos. Isso se deve ao alto número de usuários de banda larga no país e à alta incidência de infecções por bots, pois propagadores de spam freqüentemente utilizam-se de bots para enviar mailings gigantescos.
O segundo maior montante de spam detectado na região da América Latina durante este período teve origem na Argentina, com 14% do total. O Chile contribuiu com 11%, ficando em terceiro lugar; o México contribuiu com 9%. Após o Brasil, os três países lideram a região em número de usuários de banda larga, o que explica seu destaque neste estudo.
Confira o ranking segundo a Symantec:
Brasil – 42%
Argentina – 14%
Chile – 11%
México 9%
Peru – 6%
Colômbia – 6%
Costa Rica – 3%
República Dominicana – 3%
Venezuela – 2%
Panamá – 1%
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