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Segurança

Cinco razões para apostar em mobilidade segura

Especialista da ISS IBM lista cinco fatores que afetam a mobilidade corporativa e dá cinco dicas para que executivos de TI e usuários finais possam mitigar os riscos à segurança móvel.

Por COMPUTERWORLD

01 de junho de 2007 - 06h40
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As ameaças à segurança móvel são hoje uma preocupação relativamente menor para uma série de usuários na Europa e na Ásia. No entanto, as condições estão rapidamente levando essas ameaças a um amadurecimento que começa a impressionar  tanto companhias como usuários domésticos na América do Norte.

A afirmação é de Kris Lamb, diretor de XForce na ISS. Essa organização, adquirida pela IBM recentemente, pesquisa novas ameaças à segurança, o que inclui os dispositivos móveis. Ele afirmou que parte do seu trabalho é monitorar as atividades dentro do que ele chama de “underground” do crime tecnológico.

Os especialistas vêm discutindo há bastante tempo as ameaças potenciais trazidas pelos aparelhos móveis. Mesmo porque esses aparelhos largamente utilizados podem armazenar e acessar uma série de dados críticos.  Os celulares e PDAs também representam uma nova fronteira nas redes, uma fronteira que regulamente caminha para fora da porta e pode ser roubada ou perdida em lugares como táxis e aeroportos.

Lamb disse que, até agora, vários fatores fizeram com que fosse difícil aos desenvolvedores de códigos maliciosos ingressarem no mundo da telefonia móvel. No entanto, esses fatores estão mudando com muita rapidez e a vida está começando a ficar mais fácil para aqueles que querem provocar estragos, disse Lamb. “Uma série de barreiras aos hackers foram removidas nos últimos 12 meses”, disse ele, em uma entrevista ao COMPUTERWORLD. “A bola de cristal está se tornando mais clara”, adicionou.

O especialista citou cinco fatores que estão mudando recentemente e quais as dicas para que gerentes de TI e usuários finais possam mitigar os riscos à segurança móvel.

A situação atual
A tendência de que dados críticos estejam disponíveis em aparelhos celulares está só começando e deve crescer rapidamente, diz Lamb. Uma das razões para isso é que os aparelhos móveis agora dispõem de múltiplas formas de conexão a redes IP, como a terceira geração de celular e o WiFi. Além disso, virtualmente todos os dispositivos móveis podem suportar Bluetooth, uma das primeiras formas para que os hackers invadam os aparelhos, disse.

Até o momento, essas e outras ameaças têm preocupado, mas não seriamente, envolvendo assuntos como a invasão à sua agenda, por exemplo. Ou podem resultar em usuários inadvertidamente assinando serviços pagos que não desejam por meio dos celulares.

No entanto, mesmo nesse estágio inicial, operadoras de celular da Europa, onde essas ameaças são mais comuns, estão trabalhando arduamente para aumentar a segurança, disse Lamb.

Tudo isso ainda é, entretanto, um prelúdio do que está por vir, alerta o especialista. As ameaças no celular em breve serão da mesma proporção que as existentes nos desktops e em servidores. Ele listou cinco razões para que isso aconteça, especialmente na América do Norte, hoje mais sujeita a esse tipo de risco.

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