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Segurança

Fundos de Venture Capital vêem pouco espaço para startups de segurança

Em um painel na conferência Black Hat, executivos destes fundos falam da dificuldade, mas empreendedores não devem perder a esperança.

Por COMPUTERWORLD

03 de agosto de 2007 - 16h05
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Segurança foi um dos temas mais quentes de investimento em tecnologia depois dos atentados de 11 de setembro de 2001. Contudo, defendem executivos de fundos de Venture Capital em painel na conferência Black Hat, estes aportes não geraram os retornos esperados, com poucas ofertas públicas de ações iniciais (IPO) ou aquisições destas empresas iniciantes. “A realidade é que não houve tanto retorno quanto as pessoas esperavam”, diz Mark McGovern, responsável por aportes em tecnologia na empresa de investimentos In-Q-Tel.

Nos últimos anos, um número maior de start-ups começaram a perseguir as mesmas idéias, defende Maria Cirino, sócia da.406 Ventures. “Tornou-se lotado em um espaço pouco lucrativo. Quando isso acontece, acredito que coloca muita pressão em termos de resultados”.

Mesmo assim, com as diversas start-ups de segurança hoje, isso não significa que não exista espaço para inovação. Aderência à normas é a área mais ativa de investimentos, mas os participantes do painel acreditam que existam outros setores com poucas ações. Empresas com serviços que são ‘tecnologicamente movimentados’ são interessantes, diz Cirino. “Estas são mais interessantes do que empresas de software hoje em dia. Acreditamos que esta é a estratégia das companhias gigantes”.

As compras recentes do Google dos fornecedores de serviços de segurança Postini e Green Border “uma tendência muito interessante” para os investidores, ela acrescenta.

Outra área destacada é segurança física, com grande oportunidade para integrar segurança em tecnologias de rede, defende McGovern. “Existe pouquíssimo dinheiro sendo investido em segurança física”, diz. Mesmo sendo uma preocupação importante, hoje não já muita alternativa além do ‘guarda na porta’.

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