Segurança
Gerenciamento unificado de ameaças: pronto para uso corporativo
Testes mostram que firewalls de gerenciamento unificado de ameaças – chamados de UTI, sigla para o termo em inglês – não são mais apenas para o mercado SMB.
Por Computerworld, EUA
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Gerentes de TI de pequenas e médias empresas gostam de aparelhos de gerenciamento unificado de ameaças – os firewalls, que proporcionam proteção contra malware, filtragem de conteúdo, antispam e prevenção de intrusão. Isto porque a implementação de um dispositivo multifuncional – e não vários específicos – reduz os custos e simplifica a configuração.
Entretanto, é complicado decidir se vale a pena e onde implementar uma UTM em grandes corporações. A idéia de um ponto único por meio do qual todo o tráfego flui, um lugar óbvio para mitigação de ameaças, não funciona em uma rede onde há dezenas, centenas ou até milhares de lugares distintos.
Além disso, como a performance é vital em grandes redes, gerentes experientes costumam distribuir a proteção contra ameaças em vez de centralizá-la, simplesmente para reduzir a probabilidade de um gargalo de desempenho.
Da mesma forma, o estilo e a qualidade dos recursos de mitigação de ameaças encontrados normalmente em UTM para o segmento SMB talvez não interessem a uma grande empresa, onde os requisitos são mais rígidos e as arquiteturas, mais complexas.
A funcionalidade e os recursos antispam em firewalls UTM, por exemplo, são mínimos se comparados aos disponíveis em appliances antispam/antivírus dedicados classe empresarial stand-alone.
Com diferenças tão dramáticas entre os requisitos de SMBs e grandes empresas, existe espaço para os firewalls UTM corporativos? A resposta é sim por três razões: menor complexidade, gerenciamento simplificado e maior flexibilidade.
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Menor complexidade
Os gerentes de redes corporativas há muito ansiavam por incorporar proteção adicional contra ameaças, especialmente funções IDS/IPS (intrusion detection system/intrusion prevention system), tanto no núcleo quanto nos perímetros de suas redes. Mas a complexidade de soltar módulos IDS/IPS stand-alone em uma rede deixou-os cautelosos.
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