Segurança
O 'Hall da Vergonha' em Segurança de 2007
Por Computerworld, EUA
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Quando fazia contato com uma vítima potencial (via mensagem instantânea ou e-mail), induziu-a a abrir um arquivo contendo um programa Trojan que dava a ele e ao comparsa controle sobre o computador da vítima. Então ele tentava usar informação hackeada para forçar a jovem a enviar fotos, ameaçando fazer mal a ela e à família se recusasse. A investigação revelou muitas fotos não só de adolescentes, como também de zoofilia.
Sem aniversário: Yung-Hsun Lin
Em setembro, Lin, ex-administrador de sistemas Unix da Medco Health Solutions, confessou-se culpado de plantar uma “bomba lógica” que teria destruído dados críticos – incluindo dados sobre receitas de medicamentos para pacientes – em mais de 70 servidores.
Lin plantou a bomba porque achava que seria demitido (o que não ocorreu) depois que a Medco foi desmembrada da fabricante de medicamentos Merck & Co. em 2003. A bomba estava programada para ser detonada no dia do aniversário de Lin em 2004, mas falhou e foi reprogramada para explodir na mesma data no ano seguinte.
A bomba foi descoberta no início de janeiro de 2005, poucos meses antes da data prevista para explodir. Lin se confessou culpado da acusação de transferir código de computador com o intuito de causar danos superiores a 5 mil dólares. Ele deverá ser julgado no dia 8 de janeiro. Está sujeito à pena máxima de 10 anos e multa de 250 mil dólares.
Escolha um nome: Maxwell Butler
Também conhecido como Max Vision, este ex-consultor de segurança foi indiciado em setembro por um júri federal em três acusações de fraude eletrônica e duas acusações de transferência de informação de identidade roubada.
Butler, que usou vários apelidos online, como Iceman, Digits e Aphex, hackeou várias redes de computadores de instituições financeiras e empresas de processamento de cartões, vendendo as informações sobre contas e identidades que roubou destes sistemas. Ele até participou dos lucros que seus cúmplices tiveram revendendo produtos adquiridos com o uso da informação de cartão de pagamento roubada.
Detalhe importante: Butler já foi famoso na comunidade de segurança como pesquisador. Em 2000, confessou-se culpado do crime de invadir computadores militares e governamentais protegidos e ficou preso por causa disso. Também foi acusado de invadir as redes dos desenvolvedores dos games para PC Doom e Quake e de roubar centenas de senhas de acesso a um provedor de serviços de internet na Califórnia. Durante o julgamento, foi descoberto que ele havia sido informante do FBI por pelo menos dois anos.
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