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Segurança

Estudo: PCs mais velhos têm mais riscos de segurança

Maceió - Idade dos equipamentos também acarreta incidência mais frequente de problemas de hardware, como queima da fonte de alimentação.

Nando Rodrigues, editor-executivo da PC World*

26 de junho de 2009 - 16h57
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Pesquisa global realizada pela Techaisle e divulgada nesta sexta-feira (26/6) pela Intel mostra que existe uma relação direta entre a idade dos computadores instalados nas pequenas empresas e o número de incidentes envolvendo segurança e parada de equipamentos.

No caso dos desktops corporativos, o estudo mostra que computadores com mais de três anos de uso estão 60% mais sujeitos a falhas de segurança que equipamentos mais novos.  Os números revelam  que, mesmo com sistemas de segurança e devidamente atualizados, tais máquinas estão sujeitas a 3,26 ataques de vírus por ano, no caso de desktops, número que cai para 2,55 ataques em computadores com menos de três anos de uso.  Os números revelam que os sistemas mais antigos, quanto atingidos por vírus, ficam parados 4,45 horas (em média) por incidente – desktops mais novos têm um downtime de 3,63 horas por incidente de ataques por vírus.

A pesquisa também mostra como a idade dos notebooks afeta a questão da segurança e revela que portáteis com mais de três anos de uso nas empresas estão sujeitos a 3,5 ataques de vírus por ano (o número de ataques cai para 2,2 no caso de laptops mais novos). Quando infectados, notebooks mais velhos ficam, em média, 3,65 horas parados por evento, tempo 21% maior do que portáteis que têm menos de três anos de uso (3 horas).

Problemas físicos
O estudo da Techaisle identificou ainda quais os tipos de falhas de hardware que afetam computadores com mais de três anos de uso nas pequenas e médias empresas. As empresas pesquisadas reveleram que, do total de falhas reportadas, 58% estavam relacionadas à queima da fonte de alimentação. Falhas no disco rígido (HD) também é uma das maiores dores de cabeça das empresas de pequeno e médio porte e respondem por 40% das falhas físicas, seguido por problemas na placa de rede (34%) e na placa-mãe (19%).  Vale ressaltar que um mesmo equipamento pode apresentar mais de um tipo de problema.

Problemas de hardware costumam impactar muito menos equipamentos mais novos. O mais comum continua sendo a fonte de alimentação (ocorrem em 6% dos casos), seguida por placa de rede e HD (com 2% cada) e placa-mãe, responsável por 1% das falhas.

“Muitos dos problemas de hardware acontecem porque as empresas, para ampliar a vida útil dos equipamentos, fazem expansões, como aumento de memória e da capacidade de armazenamento, que acarretam mais consumo de energia, quando a fonte de alimentação não foi dimensionada para isso”, explica o diretor da Intel para o segmento corporativo, clientes e alianças, Mauricio Ruiz.

*O jornalista viajou a Maceió (AL) a convite da Intel.

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