Tecnologia
EMC mira mais aquisições para crescer em storage
Por Alexandre Scaglia, do COMPUTERWORLD
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CW – Recentemente a EMC anunciou o investimento de 500 milhões de dólares, nos próximos 5 anos, para a montagem de um centro de desenvolvimento na China. A Índia já possui um desses centros, montamos há alguns anos. Essas são as áreas prioritárias de investimento? Ou o bloco que se convencionou chamar de BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) continua na alça de mira como um todo?
Lewis – Nos últimos tempos, China e Índia vêm recebendo muita atenção, principalmente da mídia. Mas há muitas outras áreas de crescimento destacado no mundo e não vamos deixar de atentar a nenhuma delas. No entanto, não há planos de montar um centro de desenvolvimento no Brasil ou na América Latina.
CW – Quais foram os principais atrativos para a montagem desse centro de desenvolvimento na China? Há alguma lição que o Brasil possa tirar?
Lewis – Talento é a palavra-chave na hora de definir um centro de desenvolvimento. Na China, nos posicionamos para acessar aquela que é provavelmente a maior oferta de talentos potencial do mundo. Acho que a lição que pode ser tirada por quem quiser assumir um papel de destaque no mercado internacional com oferta de desenvolvimento é “tenha foco em qualidade e quantidade de profissionais”. É isso o que as empresas buscam: uma grande oferta de bons profissionais.
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