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Duas semanas sem o Windows: Opinião dos leitores

São Paulo - O teste feito pelo usuário do Windows Preston Galla causou polêmica entre os usuários da CW Connect e os leitores do COMPUTERWORLD. Confira as opiniões!

Redação do COMPUTERWORLD

16 de fevereiro de 2009 - 06h20
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A reportagem Vivendo com Linux: duas semanas sem o Windows feita pelo usuário Microsoft Preston Galla, colunista do Computerworld, nos EUA, causou polêmica.

Debate na CW Connect, a primeira rede social exclusivamente dedicada aos profissionais de TI, e comentários ao site do COMPUTERWORLD apontaram opiniões em pólos diferentes.

O desenvolvedor em Java Ricardo Oliveira avaliou o teste como positivo. Ele disse na CW Connect que “as avaliações que foram dadas são mais ou menos as avaliações que eu daria, apesar de gostar mais do Linux do que o Windows”. Ele afirma que não abandona completamente o Windows por ser “viciado em jogos e eles não rodariam em Linux (pelo menos eu não iria garantir isso)”.

Leia a reportagem completa:
> Vivendo com o Linux – duas semanas sem o Windows
> O início da vida sem Windows
> Pesadelo para montar uma rede com XP, Vista e Linux
> Interface e aplicações do Ubuntu sob análise
> Como fica a instalação de softwares no Linux
> Produtividade, compartilhamento de arquivos e hot spots


> Duas semanas sem Windows: Conclusão

Também à CW Connect, Welber Souza deu conselhos para resolver os problemas apresentados por Galla na experiência, como falhas na rede heterogênea em Linux, XP e Vista, além da incapacidade de atualizar softwares como o Open Office.
“É possível o controle de versões no OpenOffice e tenho clientes utilizando redes com Linux, XP e Vista sem problemas”, disse o consultor em redes. Ele citou um programa muito apontado nos comentários, o Synaptic, como maneira de resolver os problemas nas atualizações de versões.

Anderson Mesquita foi um dos vários leitores que questionou o método de teste escolhido por Galla. O leitor, em comentário no portal, disse que o Wuby (aplicação instalada sobre o Windows que cria opção de dual-boot com Ubuntu) é um “projeto novo, e não é, [nem] de longe, a melhor maneira de se instalar qualquer Linux”.
Mesquita defende a instalação tradicional do sistema operacional em um disco rígido formatado, sem compartilhar o HD com outros SOs. “Se você quer a mesma facilidade do Windows para instalar o SO, então basta instalar no modo assistido, que particiona o HD e faz tudo por você com o mínimo de interação”, diz. Ele, no entanto, não aconselha aos usuários domésticos instalarem o sistema operacional aberto.

O leitor Homero Montana, por outro lado, conta que passou por uma experiência parecida com a de Preston Galla ao apostar no Linux, especialmente nos problemas encontrados.

“Minha decepção foi a mesma. A inteface até que é agradável, mas não dá pra comparar com a comodidade do Windows”, diz. Ele detalha um dos problemas: “Não consegui nem instalar um acesso wireless com um dispositivo USB. Ele não reconhece quando se conecta, como o ‘plug and play’ do Windows”.

Ainda assim, Homero não descartou completamente a opção aberta de sistema operacional. “A máquina continua montada, para experiências futuras. Talvez alguém me convença a tentar desvendar os milhões de parâmetros e comandos do Console do sistema... Talvez...”, completa.

O leitor Ricardo Amorim tem postura diferente da de Homero. Ele conta que deixou de utilizar o Windows em 2001 e, desde então, passou por cinco distribuições diferentes. “[No início] Foi uma luta. Depois, passei pelo Mandrake, Red Hat, e pelo sensacional Kurumin. Hoje, com o Ubuntu e suas derivações, não tenho mais batalhas”, completa.

Ele ressalta, contudo, que o usuário que quiser se aventurar em software aberto precisa ter “o mínimo de interesse em conhecer o sistema. Caso contrário, nem adianta convidar...”.

> Discuta software livre na CW Connect

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