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Tecnologia
Fabricante de DRAM de Taiwan ProMOS depende de aporte para evitar concordata
Taipé – A tentativa da empresa taiwanesa de obter US$ 330 mi começa nesta semana. Se falhar, companhia não escapa do pedido de proteção contra a falência.
IDG News Service/Taiwan
Caso falhe a tentativa de levantar 330
milhões de dólares da taiwanesa ProMOS, a empresa seria a segunda fabricante de
memória DRAM a pedir proteção contra a falência. A alemã
Qimonda pediu concordata em 23 de janeiro.
A ProMOS precisa levantar recursos para
pagar títulos que tem vencimento em sete dias, disse a companhia em comunicado
oficial para a bolsa de valores de Taiwan no final da última sexta (13 de
fevereiro).
A fabricante já entrou em contato com o governo para conseguir empréstimos e
pediu ajuda para bancos e outras instituições financeiras. A ProMOS afirma que
discute um empréstimo de 147 milhões de dólares para auxiliar no pagamento dos
títulos.
A incapacidade de pagar forçaria a companhia a pedir proteção contra a falência.
A ProMOS está discutindo uma parceria com vários fabricantes de DRAM com o
objetivo de manter a companhia funcionando, possivelmente como uma aliança. Uma
das empresas procuradas, a japonesa Elpida Memory, disse que não possui fundos suficientes
para enviar a ProMOS.
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