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Fabricante de DRAM de Taiwan ProMOS depende de aporte para evitar concordata

Taipé – A tentativa da empresa taiwanesa de obter US$ 330 mi começa nesta semana. Se falhar, companhia não escapa do pedido de proteção contra a falência.

IDG News Service/Taiwan

16 de fevereiro de 2009 - 08h51
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Caso falhe a tentativa de levantar 330 milhões de dólares da taiwanesa ProMOS, a empresa seria a segunda fabricante de memória DRAM a pedir proteção contra a falência. A alemã Qimonda pediu concordata em 23 de janeiro.

A ProMOS precisa levantar recursos para pagar títulos que tem vencimento em sete dias, disse a companhia em comunicado oficial para a bolsa de valores de Taiwan no final da última sexta (13 de fevereiro).

A fabricante já entrou em contato com o governo para conseguir empréstimos e pediu ajuda para bancos e outras instituições financeiras. A ProMOS afirma que discute um empréstimo de 147 milhões de dólares para auxiliar no pagamento dos títulos.

A incapacidade de pagar forçaria a companhia a pedir proteção contra a falência.

A ProMOS está discutindo uma parceria com vários fabricantes de DRAM com o objetivo de manter a companhia funcionando, possivelmente como uma aliança. Uma das empresas procuradas, a japonesa Elpida Memory, disse que não possui fundos suficientes para enviar a ProMOS.

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