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Bing, buscador da Microsoft, entra em operação em 03/06

Nova York - Segundo o CEO da empresa site terá novas ferramentas e pretende ser um “mecanismo de decisões”; canadenses também poderão usar o Bing na próxima semana.

IDG News Service/ EUA

28 de maio de 2009 - 16h20
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Steve Ballmer, Chief Executive Officer e principal executivo da Microsoft, apresentou nesta quinta-feira (28/5), durante a conferência All Things Digital, o novo site de buscas da empresa. Batizado oficialmente de Bing, o buscador deve estar no ar até a próxima quarta-feira (03/06), nos Estados Unidos e no Canadá. A estreia do site também é acompanhada de uma campanha publicitária milionária.

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O buscador chega com a difícil missão de incomodar o Google e aumentar a participação da Microsoft no setor. Atualmente, a companhia de Redmond tem 8% do mercado de buscas, dominado pelo Google (64%) e seguido pelo Yahoo (20%), de acordo com dados da comScore.

Para isso, a Microsoft está posicionando o Bing não como um mecanismo de buscas, mas sim como um “mecanismo de decisões”. Segundo a companhia, o site fará buscas de maneira mais inteligente na hora de localizar endereços, comparar preços e até mesmo procurar passagens aéreas e reservar hotéis.

Por exemplo, o Bing tem um conjunto de ferramentas chamado “Explore Pane” (ou painel de exploração, em tradução livre) que permite agrupar e organizar as informações obtidas com a busca. Ao pesquisar sobre um restaurante, será possível usar esse painel para filtrar os resultados de acordo com preço ou localização. Pesquisas relacionadas e outras abas também são exibidas junto com as buscas.

Assim como no Google, as buscas são ordenadas de acordo com a relevância, mas o Bing tem também um recurso chamado “Best Match” que apresenta o melhor resultado para uma pesquisa, de acordo com a análise feita pelo buscador. Já o Deep Links apresenta sites adicionais que podem ser úteis para quem quer fazer uma pesquisa aprofundada sobre um determinado tema.

O anúncio também põe fim à especulação sobre o nome do site - alguns sites diziam que o buscador se chamaria Bing enquanto outros apostavam no nome Kumo, palavra japonesa que significa “nuvem”. Como a Microsoft já registrou o domínio em diversos países, incluindo o Brasil, analistas consideram que o site pode ser usado em algum serviço de cloud computing.

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