Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

Tecnologia

Custo e facilidade são mitos da nuvem, diz executiva da HP

Diretora de soluções cloud computing da companhia, Rebecca Lawson, afirma que implantar soluções do tipo não é fácil nem barato, mas traz benefícios que compensam o esforço.

Por Rodrigo Afonso, da COMPUTERWORLD*

09 de fevereiro de 2010 - 07h00
página 1 de 1

Computação na nuvem é um tipo de infraestrutura mais barata e muito mais simples de gerenciar do que o formato tradicional de computação, certo? Errado. Pelo menos de acordo com a diretora de soluções cloud computing da HP, Rebecca Lawson, Segundo ela, esse é o primeiro mito que deve ser derrubado entre as empresas que pretendem adotar soluções do tipo.

Durante apresentação para jornalistas na sede da HP, em Cupertino, Califórnia, a executiva afirmou que os desafios de implantação são grandes e que os custos não baixam, como as pessoas pensam. O foco, segundo Rebecca, deve ser no benefício para os negócios.

“A computação em nuvem revoluciona a forma do departamento de TI entrega serviços nas companhias e na agilidade com a qual os negócios dependentes de tecnologia são alavancados. O grande desafio está em como gerenciar uma realidade na qual nuvens públicas, privadas, serviços hospedados e infraestrutura tradicional devem coexistir”, afirma Rebecca.

O Chief Information Officer (CIO), como protagonista desse processo, deve implantar políticas que permitam-lhe manter o controle sobre a situação. A facilidade de se contratar serviços em nuvem pode criar uma situação na qual diversos departamento decidam por comprar serviços sem passar pelo departamento de TI. “Se isso fugir ao controle e cada área da empresa decidir qual é a melhor infraestrutura para si, a migração para um novo paradigma está fadado ao fracasso”, diz.

Para quem deseja começar a aderir à nuvem, o primeiro passo indicado por Rebecca é modernizar as aplicações críticas para os negócios. Se a migração ocorrer com softwares focados na infraestrutura antiga, o processo de migração vai gerar uma série de problemas. Assim, o departamento de TI deve manter o foco em formar portifólio abrangente e distribuir serviços de acordo com o patamar no qual as aplicações de cada negócio se encontram.

Apesar do mito relacionado a custos e à facilidade, Rebecca defende o uso da nova infraestrutura devido à capacidade que a nuvem tem de gerar as melhores soluções para cada necessidade de negócios da companhia - isto se o ambiente híbrido for bem gerenciado.

Concorrência
As declarações de Rebecca Lawson ocorreram em um momento no qual a HP procura reforçar sua linha de software e soluções para cloud computing. Além de investimentos conjuntos com a Microsoft, a empresa direciona esforços de marketing para reforçar junto ao mercado sua linha de negócios na nuvem, que ainda corresponde somente a 4% do faturamento da companhia.

O momento também é de consolidação de fornecedores e de oferta conjunta de serviços no mercado. Ao ser questionada sobre concorrentes, a própria Rebecca citou a Acadia como uma iniciativa de fornecedores com experiência de mercado e boa visão ao buscar a oferta de estruturas pré-configuradas.

“No entanto, a HP está pronta para concorrer nesse mercado. O investimento anual de 500 milhões de dólares e a busca pelos melhores engenheiros dizem muito sobre a capacidade da companhia”, defende a executiva.

*O repórter viajou a Cupertino, EUA, a convite da HP

Agora no Twitter

Publicidade
Publicidade
As mais lidas
70 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2010.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Google Brasil
  2. Chemtech
  3. SAS Institute
  4. Cisco do Brasil
  5. GVT
Veja o ranking completo com as 70 empresas

NO FIM DE AGOSTO,
NOVO
RANKING
NO AR

AGUARDE

Publicidade

SLIDE SHOWS

Newsletters
Assine a Computerworld