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Unibanco aposta em celular como PoS

<br><img src="http://computerworld.uol.com.br/AdPortalv5/images/exclusivo_online.gif"><br>Jorge Ramalho, diretor de desenvolvimetno do Unibanco, revela que negocia com uma operadora GSM/GPRS no Nordeste para tornar o celular um terminal de pagamento para os varejistas.

Por Ceila Santos, do COMPUTERWORLD

06 de outubro de 2005 - 06h33
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O Unibanco já começou um projeto piloto com uma operadora GSM no Nordeste. A idéia é utilizar a rede GSM/GPRS para que os 50 lojistas - clientes do Unibanco - possam cobrar as compras dos usuários do cartão Hiper Card via celular. Neste caso, o celular funciona como um PoS - terminal de pagamento do varejo.

Jorge Ramalho, diretor de desenvolvimento do Unibanco, revela que neste momento está finalizando o processo de protocolos de comunicação para viabilizar o projeto com a operadora. Tudo indica que o páreo está entre TIM e Claro. Independente da campeã, o objetivo do Unibanco é fechar qualquer acordo que seja comercial com todas as operadoras do País.

O executivo ainda ressalta que o mobile banking é apenas um novo canal de atendimento da indústria financeira assim como as agências, os terminais de auto-atendimento, o call center e a internet banking. "O mobile banking não substitui os demais canais de atendimento. Apenas adiciona mais capilaridade ao sistema do Unibanco", ressalta Ramalho. Outra questão levantada pelo executivo é sobre a dúvida da indústria em relação ao dispositivo que será responsável pela convergência de serviços. "O celular que tem palm ainda é muito grande e os terminais pequenos são inviáveis de manipular as funcionalidades inseridas na oferta do palm banking".

Opinião do Jornalista - Ramalho não comenta muito sobre a estratégia de colocar os serviços de internet banking disponíveis no celular. A sensação é que essa não é a prioridade. O que Ramalho transmite é que existe uma estratégia segmentada. Tanto por região como por cliente. O próprio piloto citado pelo executivo é pontual. Somente no Nordeste e para os usuários do cartão Hiper Card.

Outro sinal que comprova essa visão de conduzir o mobile banking de forma segmentada é a frase citada pelo executivo: "Estamos obtendo informações para fechar o negócio no Nordeste". Perguntado sobre que tipo de informação, a resposta foi: "A melhor maneira de chegar no mercado. Questões como em que locais esse serviço pode ser explorado, onde há mais aceitação, qual o público que se interessa pela oferta".

Em nenhum momento, entretanto, Ramalho afirma que não está avaliando a tecnologia para disponibilizar os serviços eletrônicos também por meio do celular.

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