Publicidade

Telecom

Para Intel, tecnologia WiMax não depende de leilão para decolar

Segundo o diretor de mobilidade digital e comunicações da Intel, Ronaldo Miranda, licitação é necessária, mas não essencial.

Por André Borges

28 de março de 2006 - 16h24
página 1 de 1

As redes de comunicação sem fio em longa distância, conhecidas como WiMax estão crescendo, e não dependem de licitações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A opinião é do diretor de mobilidade digital e comunicações da Intel, Ronaldo Miranda.

Segundo o executivo, a licitação das redes de 3.5GHz irão impulsionar a adoção das redes sem fio, mas não serão determinantes. A Intel, de acordo com Miranda, soma 43 projetos de WiMax no Brasil, dos quais cinco já estão em atividade. “Nossa previsão é que, neste ano, pelo menos mais dez projetos sejam iniciados na América Latina”, comentou.

Durante evento em São Paulo, a Intel anunciou o acordo fechado com a Companhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo (Prodam). O projeto, batizado de “São Paulo Digital”, inclui a instalação de antenas em escolas, hospitais e órgãos públicos. A primeira antena instalada pela empresa fica na Zona Norte da capital.

A despeito da independência do WiMax com relação às licitações, o executivo da Intel espera que a Anatel realize, ainda neste ano, o tão comentado leilão da freqüência de 3.5GHz, o qual já foi realizado duas vezes, mas não atraiu o mercado.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas

SLIDE SHOWS

Publicidade
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld