Telecom
Para Intel, tecnologia WiMax não depende de leilão para decolar
Segundo o diretor de mobilidade digital e comunicações da Intel, Ronaldo Miranda, licitação é necessária, mas não essencial.
Por André Borges
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As redes de comunicação sem fio em longa distância, conhecidas como WiMax estão crescendo, e não dependem de licitações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A opinião é do diretor de mobilidade digital e comunicações da Intel, Ronaldo Miranda.
Segundo o executivo, a licitação das redes de 3.5GHz irão impulsionar a adoção das redes sem fio, mas não serão determinantes. A Intel, de acordo com Miranda, soma 43 projetos de WiMax no Brasil, dos quais cinco já estão em atividade. “Nossa previsão é que, neste ano, pelo menos mais dez projetos sejam iniciados na América Latina”, comentou.
Durante evento em São Paulo, a Intel anunciou o acordo fechado com a Companhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo (Prodam). O projeto, batizado de “São Paulo Digital”, inclui a instalação de antenas em escolas, hospitais e órgãos públicos. A primeira antena instalada pela empresa fica na Zona Norte da capital.
A despeito da independência do WiMax com relação às licitações, o executivo da Intel espera que a Anatel realize, ainda neste ano, o tão comentado leilão da freqüência de 3.5GHz, o qual já foi realizado duas vezes, mas não atraiu o mercado.
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