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SCO aposta na mobilidade para retomar negócios

Segundo CEO da companhia, Darl McBride, chegou o momento de a companhia atingir um processo de reinvenção, apoiando suas iniciativas em plataformas móveis e na prestação de serviços.

Por COMPUTERWORLD

09 de agosto de 2006 - 08h05
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Nos últimos anos, o SCO Group tem aparecido na mídia principalmente por suas controversas – e custosas – disputas judiciais sobre propriedade intelectual do sistema Unix. Mas segundo seu CEO, Darl McBride, chegou o momento de a companhia atingir um processo de reinvenção, apoiando suas iniciativas em plataformas móveis e na prestação de serviços.

Classificando sua nova direção como “hora da virada”, Bride comentou em uma conferência com analistas realizada na segunda-feira (07/08) que a SCO está pronta para retomar os negócios. Embora a companhia continue a oferecer seus produtos Unix, o momento é de seguir com novos serviços baseados em mobilidade, em especial a “Me Inc”, plataforma que deverá ser executada em dispositivos móveis.

Um dos serviços do Me permite aos usuários enviar mensagens em tempo real para um grupo de tamanho indeterminado a partir de um smartphone ou PC. Outro produto permite criar enquetes capazes de serem enviadas da mesma forma. A SCO também espera divulgar um serviço para controle remoto de Windows e Unix em equipamentos Treo, da Palm. O HipCheck poderá ser utilizado para monitorar os clientes que utilizam a nova versão do Windows Vista, da Microsoft.

“Queremos fornecer um nível de automação pessoal à classe dos usuários de equipamentos móveis”, comentou. “Convidamos ISVs e parceiros para desenvolver aplicações e o modelo de negócios para esta plataforma. Somos persistentes”, complementa.

Na conferência, a SCO apresentou como parceiras a Palm e a Microsoft, para ajudar os desenvolvedores a criar serviços móveis. A companhia anunciou também o ingresso no programa de desenvolvedores de ambas as empresas.

O CEO da companhia não comentou detalhes sobre o processo movido sobre a IBM a respeito da propriedade intelectual do Unix, mas declarou que a companhia está ansiosa em levar o caso à justiça, em um prazo previsto de cerca de seis meses. Segundo ele, a SCO já gastou mais de 50 milhões de dólares na questão.

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