Telecom
Banda ultralarga é nova opção no universo sem fio
Por COMPUTERWORLD
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No estado atual de desenvolvimento, a UWB atinge altas taxas de dados para redes pessoais (PANs), que tenham uma operação efetiva de aproximadamente 10 metros ou menos. Embora seja similar às capacidades do Bluetooth, a tecnologia usada é bem diferente. As transmissões UWB negociam a distância para a banda, de forma que quanto maior for a faixa, menor a taxa final de dados. Essa faixa, por sua vez, pode ser estendida a até um quilômetro com a ajuda das antenas de alto ganho e com redução de desemepnho.
Uma das características de definição da UWB é o baixo consumo de energia elétrica – uma fonte diz utilizar 0,001 %, número similar ao usado por um telefone celular – e o fato de ainda não ser detectável virtualmente por rádios convencionais, que enxergam o sinal de UWB apenas como baixíssimo ruído de fundo.
Além disso, um telefone UWB pode utilizar tão pouca energia que pode ficar ligado por semanas sem a necessidade de ser recarregado. E por utilizar todo o espectro disponível, a UWB pode ser mais barata de ser desenhada e produzida do que os rádios convencionais que requerem uma sintonização cuidadosa para uma freqüência específica.
Um transmissor e um receptor UWB devem estar coordenados e sincronizados para enviar e receber pulsos com uma precisão de trilionésimos de segundos. O receptor responde somente à seqüência de pulsos familiar. Isto torna a tecnologia muito segura, o que explica a razão de já ter sido considerada comunicação clandestina pelos militares e pelas agências de espionagem. A ampla faixa de freqüência inclui freqüências ultrabaixas que a marinha norte-americana utiliza para se comunicar com os submarinos submersos.
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