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WiMax: a revolução da banda larga vem pelo ar

Por Guilherme Felitti, do IDG Now!

28 de setembro de 2006 - 08h24
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Atualmente, nenhum dos dois sistemas conta com serviços regularizados que explorem suas especificações completas, muito embora contem com opções disponíveis no mercado que se aproximam da versão final.

Exemplos disto é o Play 3G, da Vivo, que se apresenta como um serviço triple play sem que a Anatel tenha regularizado o protocolo, e acessos, como das provedoras Maxiweb e Neovia, que oferecem um "pré-WiMax", segundo palavras de Maurício Coutinho, presidente da Neovia.

A rivalidade veio à tona novamente quando o CEO da Motorola, Ed Zander, em visita do Brasil, afirmou que o mercado nacional deveria "pular" a regulamentação do 3G e ir direto ao WiMax.

"Acho que é este o caminho. Do ponto de vista de penetração e redução de preço, o prazo para hardwares WiMax será rápido", revela Prado, remetendo à queda no custo dos celulares, de "20 mil dólares há anos atrás para 120 reais atualmente".

"Para que gastar agora com 3G, que é extremamente limitado em transmissão de dados? A comunidade não precisa mais de voz. O filet mignon é a transmissão de dados - a voz estaria no meio de dados pelo VoIP", defende o consultor.

De um lado, mesmo sem regulamentação, o 3G aparece como uma solução acessível a um prazo menor, principalmente pela alta presença do sistema em mercados internacionais, o que pode baratear os componentes.

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