Telecom
Ações da Alcatel-Lucent sofrem queda após balanço decepcionante
No Brasil, onde companhia emprega cerca de 2,2 mil pessoas, nova figura jurídica já foi criada, mas cortes não foram definidos até o momento.
Por COMPUTERWORLD
Compartilhe:
As ações da Alcatel-Lucent, joint venture que iniciou operações no dia 1 de dezembro, sofriam queda há pouco de 3,66% na Bolsa de Nova York, para 13,17 dólares, depois da divulgação de um balanço com queda na receita e resultados negativos.
Na Bolsa de Paris, no entanto, onde os papéis caíram mais de 10% no final de janeiro, quando a companhia anunciou que os resultados seriam ruins, o impacto hoje foi menor e as ações seguem em cotação estável, a 10,14 euros.
A companhia ampliou a perspectiva de cortes de pessoal. Enquanto no final do ano passado falava-se em 9 mil cortes, a presidente Patricia Russo informou hoje que eles devem chegar a 12,5 mil nos próximos três anos - cerca de 15% do total de 80 mil pessoas que a companhia emprega.
No Brasil, a figura jurídica Alcatel-Lucent do Brasil S.A. já foi criada, sob a presidência de Jonio Foigel, que comandava a Alcatel no País. A nova diretoria, no entanto, ainda não foi anunciada e os cortes também não foram definidos, de acordo com a assessoria de imprensa no País.
Juntas, as companhias empregam 2,2 mil pessoas no Brasil e têm, inclusive, uma unidade fabril, que pertencia à Lucent, em Campinas (SP). Foigel previu, em dezembro passado, que as equiupes estariam unificadas até abril deste ano, com a eliminação dos postos redundantes que ele, no entanto, não soube precisar quantos seriam.
Conheça os 100 melhores CIOs do país
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
A elite do RH de TI e Telecom no Brasil
Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.
Veja o Especial


