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Telecom

TelComp faz apelo ao TCU e teme perda de interesse em leilão de WiMax

Licitação de novas freqüências está parada no TCU há cinco meses e não há perspectiva de que seja incluída na pauta semanal do plenário.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

13 de fevereiro de 2007 - 15h44
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O presidente da Associação Brasileira da Prestadoras de Serviços de Telecomunicaçõpes Competitivas (TelComp), Luis Cuza, tem apelado aos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), onde o processo de licitação das freqüências de banda larga pelo padrão sem fio WiMax está parado desde setembro do ano passado.

Sem sucesso até o momento, Cuza teme que a demora e a possível entrada a Brasil Telecom e da Embratel nesse mercado - as duas dispõem de licenças adquiridas em 2002, mas não usadas até agora - acabe por desestimular as cerca de 100 companhias que apresentaram propostas pelas faixas de freqüência em setembro.

Em jogo, está um processo que, nas contas da TelComp, pode movimentar 10 bilhões de reais pelos próximos quatro anos, entre pagamento das licenças e investimentos para implantação do serviço.


O TCU suspendeu o leilão no dia da sua realização para avaliar os critérios que levaram a Anatel a estabelecer os preços de cada faixa. A agência já respondeu às dúvidas levantadas pelo tribunal, mas o assunto continua nas mãos dos ministros.

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