Telecom
Por que todos estão de olho na Telemig Celular
Por Daniela Moreira, do IDG Now!
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A estratégia ajudou a operadora a estabilizar a sua participação de mercado que vinha em trajetória de queda, diminuindo de 5,3% (dado da Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, que inclui os números da empresa irmã da Telemig, a Amazônia Celular) em dezembro de 2005 para 4,65% em dezembro de 2006.
Em janeiro, as duas operadoras juntas conseguiram um leve aumento na participação, fechando em 4,67%, e repetindo o feito em fevereiro, com 4,69%. “É um sintoma claro de que ainda há potencial para a marca Telemig”, argumenta o presidente, explicando a tendência de queda anterior: “Toda a briga societária contaminou de alguma maneira o quadro gerencial.
A ousadia, a agressividade comercial, a preocupação em sempre estar um passo à frente, tudo isso estava dormente”, argumenta.
Segundo o executivo, sua missão ao assumir a empresa nunca foi manipular números para tornar a companhia mais atraente para um potencial comprador, mas sim trabalhar para “gerar mais valor para o cliente e para o acionista”.
Ele acrescenta: “Maquiar resultados não é o objetivo”, afirma Mastrobuono, que antes de assumir a companhia era diretor de estratégia e performance da Vivo - ou o “golden boy dos acionistas”, como ele mesmo brinca.
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