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Metrô de Buenos Aires será turbinado por Wi-Fi

Por Renata V. Mesquita, especial para o COMPUTERWORLD

30 de março de 2007 - 11h55
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Atualmente, as empresas envolvidas na implantação estão provando PDAs que mais adiante devem agilizar a resposta da equipe de supervisão, controle, manutenção e segurança. Até hoje a comunicação entre as estações é feita por meio de um telefone fixo, instalado na bilheteria. Seja para consertar uma goteira ou fazer um atendimento a um usuário que caiu da escada, há uma demora para localizar o funcionário e então obter sua resposta.

O buenairense atende cerca de 300 milhões de passageiros por dia – público de todas as classes sociais, fundamentalmente trabalhadores e estudantes universitários. "Nossa solução funciona como duas redes separadas. Uma pública, livre e gratuita para os passageiros. Outra privada, encriptada e com autenticação de usuário e de dispositivo para transmitir informações sensíveis da empresa", explica Margarida Weigel Muñoz, chefa da segurança da informação da Metrovías.

Entre os futuros benefícios e facilidades que o Wi-Fi deve trazer está a possibilidade de tornar acessíveis pelos dispositivos móveis informações sobre o funcionamento do , que hoje está disponível por meio de uma rede de TV interna ou do sistema de áudio tradicional.

Pretende-se também utilizar a tecnologia para melhorar o controle de abertura das portas, monitoramento das escadas e corredores com sensores e câmeras IP, assistência ao passageiro em caso de acidente, manutenção em geral e ainda fazer a transmissão eletrônica das transações das lojas que estão instaladas nos corredores. "Adotar o Wi-Fi foi um primeiro grande passo que potencializa muitas iniciativas futuras", expõe Kruze.

As ondas Wi-Fi são a grande novidade atualmente, mas vale ressaltar que os túneis do há sete anos já estão bastante transitados pela transmissão de dados e voz das operadoras de telefonia celular. Diferente das empresas que operam em São Paulo, que só recentemente decidiram explorar esse meio.

"Começou com a operadora CTI, em 2001. E com o tempo cada uma passou a oferecer esse serviço", lembra Margarida. Hoje Personal, Nextel e Movistar (que, junto com a CTI, são as principais operadoras de celular do país) também têm montadas suas respectivas redes, em geral, com bom sinal na maior parte dos percursos das cinco linhas.

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