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Nokia Siemens inicia operações com a meta de ser número 1

Companhia espera se fortalecer para atuar no mercado consolidado de infra-estrutura de redes, onde chega atrás da Ericsson e da Alcatel-Lucent.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

02 de abril de 2007 - 13h13
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A Nokia Siemens Networks, fusão anunciada em 2006, se tornou efetiva a partir de ontem, segundo comunicado da empresa finlandesa de celulares. A nova empresa, da qual cada uma das sócias detém partes iguais, espera se fortalecer no segmento de infra-estrutura de telecomunicações diante do crescimento do mercado mundial.

Segundo comunicado distribuído pela nova companhia,com base na receita conjunta em 2006, de 17,1 bilhões de euros, a Nokia Siemens chega como terceira maior companhia de infra-estrutura do mercado, atrás de Ericsson e de Alcatel-Lucent, respectivamente. Quando a fusão foi anunciada, entretanto, a expectativa era já começar como a segunda colocada.

A empresa acumula 600 clientes em 150 países, inclusive no Brasil. "Temos um claro objetivo: ser a número um, em todos os mercados. Mas também queremos ser reconhecidos por atuar com os mais altos padrões de ética e integridade", afirmou Simon Beresford-Wylie, chief executive officer da Nokia Siemens Networks, em comunicado distribuído à imprensa.

A companhia tem cinco grandes áreas de negócios: acesso por rádio, acesso de banda larga, serviços e aplicações para o core da rede, transporte/IP e sistemas de suporte a operações.

A Nokia Siemens deveria ter iniciado sua operação formalmente no dia 1 de janeiro, mas as investigações sobre supostas fraudes cometidas pelos funcionários da Siemens adiaram a estréia da nova companhia.

O comando da nova empresa na América Latina será do finlandês Heikki Kasko, que substituiu o brasileiro Fernando Terni depois que este anunciou sua saída da companhia em fevereiro deste ano para assumir a cervejaria Schincariol.

Kasko já havia sido substituído por Terni em outubro de 2005, quando o brasileiro foi promovido para o comando das operações da Nokia na América Latina. Por isso, o executivo finlandês conhece o mercado local. A joint vernture também tem o brasileiro Aluizio Byrro na presidência do conselho.

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