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TIM cria nova opção para usuário de pré-pago pagar menos em ligação para fixo

Companhia afirma já ter conquistado mais de 400 mil clientes com o serviço, com o qual espera atrair para si tráfego de telefonia fixa.

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

25 de maio de 2007 - 18h41
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A TIM ampliou a oferta do TIM Casa, serviço lançado em setembro passado para baratear as chamadas de celular para telefone fixo. A empresa anunciou hoje um pacote de 50 minutos para usuários de pré-pago, ao preço mensal de 9,90 reais.

De setembro até hoje, segundo a companhia, o serviço conquistou 400 mil clientes do total de 26,3 milhões que a operadora tem no Brasil. Com o TIM Casa o usuário escolhe um local - em qualquer lugar do Brasil - para que suas ligações de celular para fixo sejam mais econômicas.

Marco Lopes, diretor de marketing da TIM, explicou que a companhia detectou a demanda dos clientes por pacotes menores e, por isso, decidiu criar a nova opção.

Até hoje, a companhia tinha um plano de 29,90 reais por mês para clientes de pós-pago, com direito a 200 minutos de ligações para fixos. Para usuários de pré-pago, o pacote existente era de 100 minutos, a 19,90 reais mensais. Para o mercado corporativo, entretanto, onde o local escolhido pode ser a sede da empresa, a TIM tem cinco opções, de 100 a 800 minutos mensais.

De acordo com o executivo da TIM, a companhia notou dois movimentos desde o lançamento do TIM Casa: "o cliente não só passou a fazer mais chamadas do celular para o fixo como passou a usar mais o telefone móvel como um todo".

Por isso, a companhia, segundo ele, atraiu tráfego de telefonia fixa, como era sua intenção, e ampliou a receita média por usuário, mas ele afirmou não poder revelar os percentuais de aumento.

Segundo Lopes, a iniciativa da companhia começou a acelerar a migração da telefonia fixa que era motivada por questão de preço. "A conveniência tarifária para o consumidor acelera a tendência natural do uso de celular como principal ferramenta de comunicação".

A companhia decidiu lançar a estratégia porque, ao contrário de rivais como Vivo e Claro, não tem uma companhia de telefonia fixa em seu grupo controlador. A Vivo, por exemplo, tem lançado pacotes conjuntos de telefonia móvel e fixa com a Telefônica, que detém 50% do seu capital.

No final de abril, Telefônica e um grupo de bancos italianos e a Benetton acertaram a compra da holding Olimpia, maior acionista da Telecom Italia. Segundo as companhias, entretanto, a transação não altera as gestões das companhias no Brasil.

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