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China se aproxima da marca de meio bilhão de usuários de celular

Número ainda significa uma média de 38 celulares em cada 100 habitantes, mas operadoras trabalham para reduzir custos das chamadas e, assim, elevar a taxa.

Por COMPUTERWORLD

29 de maio de 2007 - 13h05
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O número de assinantes de celular na China se aproxima da marca dos 500 milhões, de acordo com as estatísticas governamentais.

A China tinha 487,4 milhões de assinantes de telefonia móvel no final de abril, um aumento de 6,7 milhões sobre o mês de março, segundo o ministério da Indústria da Informação chinês, em seu site. Em fevereiro, o país tambérm havia adicionado outros 6,8 milhões de novos assinantes.

Com esses índices, o país está próximo de atingir a marca dos 500 milhões em algum momento do mês de junho, acredita o govrno.

Desde a construção da primeira rede de telefonia móvel do país asiático, em 1987, a telefonia móvel transformou a comunicação pessoal na China. Dez anos atrás, para se ter uma idéia, o país tinha 10 milhões de usuários de celular.

Até hoje, no entanto, muitos bairros residenciais ainda se apóiam na telefonia pública para fazer chamadas e nos aparelhos de pager para receber recados.

Em 2001, o número de assinantes do serviço móvel explodiu, na medida em que a economia do país também deslanchou. Recentemente, o crescimento tem sido mais rápido que nunca, com o ingresso do celular definitivamente no cotidiano dos chineses.

Jason Yin, diretor da In-Stat na China, é um típico profissional chinês urbano. "Mesmo quando estou em casa, prefiro usar meu celular. O sinal é muito bom e os custos são competitivos, sem falar que tenho todos os meus contatos dentro dele", disse ele. "É tão conveniente", acrescentou.

Mesmo com 500 milhões de celulares, entretanto, muitos dos chineses não possuem telefone próprio. O número representa uma taxa de penegração de 38 em cada 100 chineses, já que a China tem 1,3 bilhão de habitantes, número em pleno crescimento.

A redução no preço do serviço deve garantir o crescimento nas taxas de uso, segundo Yin. As operadoras chinesas já reduziram os custos das chamadas bidirecionais, o que faz com que, desde então, os assinantes não precisem mais pagar quando recebem ligações no celular. Elas também discutem como eliminar o custo do roaming dentro da própria China.

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