Telecom
Área de inovação da Motorola 'namora' universidades brasileiras
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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Mas a equipe do pesquisador também desenvolveu uma interface que permite ao usuário escrever com o dedo em um teclado convencional de celular e ter os caracteres reconhecidos automaticamente, além de uma interface com a qual o consumidor pode assistir o mesmo canal de sua TV a cabo na tela do telefone móvel.
Tavish admite que seu departamento “está em busca de novas parcerias” e, apesar de ter estado na Unicamp, onde apresentou uma palestra sobre a divisão da companhia americana e visitou as instalações da universidade, ele afirma: “não posso dizer que já tenhamos um relacionamento”, já que nada até agora foi fechado com a escola de Campinas (SP).
O fato é que esta ou outra universidade brasileira poderá, muito em breve, fazer parte da equipe de 700 especialistas que trabalha junto aos 25 mil engenheiros da Motorola em todo o mundo para levar à prática as idéias viáveis do ponto de vista econômico.
Especificamente na área de Early Stage Accelerator (ESA), um grupo composto por cerca de 30 pesquisadores liderados por Tavish trabalha na descoberta de novos usos para os dispositivos móveis. A idéia é incubar idéias que tanto possam avançar tecnologias em uso na Motorola como causar rompimentos e substituir tecnologias existentes.
“Conectar os desconectados”
Entre os desafios da atualidade, ele cita “conectar os desconectados”, ou seja, encontrar estratégias de reduzir o número de pessoas que ainda não têm um celular – número que beira quase três bilhões de habitantes hoje -, além de promover a convergência entre protocolos (GSM, CDMA, WiMax) dentro das redes das operadoras.
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