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Associação Médica Americana lista riscos e benefícios dos implantes de RFID em humanos

Relatório destaca vantagens da tecnologia, mas mantém dúvidas em relação ao riscos do implante e à segurança dos dados no chip.

Por COMPUTERWORLD

29 de junho de 2007 - 13h00
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A AMA (Associação Médica Americana) acaba de divulgar um relatório (material em inglês) que dá recomendações cautelosas sobre o uso de radio frequency identification (RFID) para manter os pacientes médicos rastreados.

O relatório conclui que, ainda que os implantes da tecnologia em humanos poderia melhorar o cuidado com o paciente, ainda é necessária uma prova de que a internvenção é segura.

“Esses dispositivos podem representar um risco físico aos pacientes. Ainda que sejam removíveis, o tamanho pequeno deles permitiria que eles migrassem sob a pele, tornando a extração difícil”, afirma o relatório. O órgão responsável por medicamentos e alimentos nos EUA, o FDA, aprovou a utilização dessa tecnologia em humanos em 2004.

O relatório também aponta a possibilidade das etiquetas RFID causarem interferência eletromagnética que “que pode afetar aparelhos cirúrgicos elétricos e desfibriladores. Além disso, ainda não foi determinada a maneira pela qual o RFID pode afetar com produtos farmacêuticos”. Outra preocupação destacada pela AMA está na garantia de que os dados armazenados no RFID estariam a salvo de leitores escondidos.

Ao mesmo tempo, destaca o relatório, “as etiquetas RFID podem  promover uma identificação instantânea dos pacientes e dar acesso ao histórico médico deles, o que pode melhorar a continuidade e a coordenação do cuidado, reduzindo eventos como drogas receitadas erroneamente e outros erros médicos”. A tecnologia também seria importante para permitir acesso rápido aos resultados de exames e outras informações dos pacientes.

A AMA recomenda que a tecnologia seja usada apenas com a aprovação dos pacientes, depois que estes reconheçam os potenciais problemas. Adicionalmente, demanda a organização, os profissionais de saúde devem usar o mesmo nível de segurança aplicado aos registros médicos tradicionais para o RFID.

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