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Cobrança por pulsos acaba hoje, mas consumidor ainda tem dúvidas
Operadoras registram cerca de 5% de adesão ao plano criado pela Anatel para o usuário que usa a linha para navegar. Procura no Procon cresceu 30% até agora sobre 2006.
Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
A cobrança das chamadas locais pelo sistema de pulsos acaba oficialmente hoje, mas a transição para o modelo de minutos ainda promete trazer muitas idas e vindas do consumidor entre os planos oferecidos, sejam obrigatórios ou os criados pelas próprias operadoras.
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O fato é que "ninguém conhece bem o seu perfil de uso" do telefone fixo, como ponderou Fátima Lemos, técnica de defesa do consumidor do Procon-SP. Ela lembra que a linha telefônica fixa é compartilhada por várias pessoas em uma mesma casa e ainda dividida entre as conversas e a navegação na internet, já que a maior parte das conexões no País ainda é feita desse modo.
Segundo Fátima, "todos ainda têm uma idéia muito vaga" de qual seja esse perfil para poder escolher bem em qual plano se encaixar. Por isso, ela recomenda que o consumidor, assim que receber sua primeira conta em minutos, peça o detalhamento da mesma para poder começar a ter idéia do seu tipo de gasto.
"Caso ele verifique que não está no plano adequado, pode pedir a mudança", afirmou. Os clientes que não se cadastraram formalmente na sua operadora foram automaticamente migrados para o plano básico em minutos. Mas poderão mudar de plano a qualquer momento, sem custo.
Fátima alerta que "a idéia não é encarecer a conta". Por isso, se o consumidor receber uma fatura muito acima da tradicional, precisa avaliar se não é o caso de mudar de plano.




