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Vivo leva Telemig em negócio que pode custar até R$ 2,8 bi

Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

02 de agosto de 2007 - 21h33
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Caso tenha sucesso total nas duas ofertas, a Vivo estima o gasto total de 2,81 bilhões de reais, pelos cálculos informados por Lima. Segundo ele, o plano agora "é concentrar no negócio e tentar manter a equipe das duas empresas". Por isso, ele achou "prematuro" falar em integração das duas operadoras à Vivo Participações, consolidando uma única companhia.

A Vivo não atua em Minas Gerais, mas, com a Telemig, passa a ser líder daquele mercado, com 30,4% de participação. Na região da Amazônia Celular, onde a Vivo já atua, Lima acredita que a empresa passe a controlar "perto de 50%" do mercado.

Apesar da aquisição, a Vivo informou que vai participar do leilão das sobras de freqüências que a Anatel fará no dia 18 de setembro e também do leilão de terceira geração, previsto para o final deste ano. "Assim poderemos adquirir novas freqüências em nível nacional e ampliar nossa capacidade", afirmou.

Com a compra, os únicos estados em que a Vivo não participará serão os seis estados do Nordeste que se situam entre Alagoas e Piauí.

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